Se você quiser provocar alguma polêmica aqui em Goiás é bem simples: mexa com Marconi Perillo. Se você questionar alguma coisa sobre o ex-governador e senador goiano pode ter certeza que os marconistas de plantão vão escrever colunas e mais colunas defendendo o dono do PSDB aqui em Goiás.
Marconi vem a tona não pelo dossiê que Renan Canalheiros estava montando contra o senador tucano e o outro senador goiano Demóstenes Torres. A polêmica que envolve Marconi se baseia na ação que o Ministério Público Federal de Goiás está movendo contra a exclusividade que a Faculdade Alves Faria (Alfa) está concedendo ao senador e sua esposa Valéria para fazerem o curso de Direito em horário especial. Segundo o MPF, a faculdade está desprestigiando os outros alunos e dando certos privilégios à Marconi. Pronto! A ação do MPF foi a gota d’água para os marconistas colocarem a boca no trombone (ou os dedos no teclado). “Marconi não pode estudar?” Que país é esse que impede um político de alto nível como Marconi de estudar?” Vixemaria! É só ler os artigos nos jornais daqui de Goiás que você terá uma idéia da ira dos marconistas contra aqueles que desejam impedir Marconi de estudar.
Só achei interessante uma coisa: os marconistas da imprensa goiana não falaram nada quando a Universidade Federal de Goiás autorizou criar cursos exclusivos para os militantes do MST. Por que será? Já imaginou se a UFG abrisse um curso exclusivo para os filhos dos integrantes da UDR (União Democrática Ruralista), ou se um fazendeiro tivesse horários especiais para finalizar o seu curso superior, o que a esquerda brasileira falaria?
Aqui no blog eu já comentei este assunto. Para mim, se Marconi quiser realmente mostrar que não está sendo beneficiado e que está fazendo o curso de Direito com suas próprias pernas, que mostre seu boletim, suas notas, seu histórico escolar.
O problema em questão não é impedir que Marconi estude. O problema é que o privilégio não se restringe apenas ao senador, mas para “movimentos sociais” que também fazem cursos exclusivos para si em instituições de ensino superior público.
Outra coisa: parece que nos dias de hoje, questionar político virou pecado. Quem questiona algum ato de algum político virou golpista. Político tem mais é que viver sob vigilância, sob pressão. É um sujeito público, que recebe e mexe com dinheiro público. Precisa de toda fiscalização possível. O que não vale é lambeção de botas e puxasaquismo disfarçado de defesa da educação.
Se Marconi é incomodado com esta ação do MPF, que seja incomodado o MST que goza de privilégios na Universidade Federal de Goiás. Afinal, todo mundo é igual, não é verdade?
Por favor, sem essa lambeção de bota, esse puxasaquismo, essa defesa incondicional de Marconi Perillo. Político tem que ser incomodado, fiscalizado, criticado. E “movimento social” não pode ter nenhum tipo de privilégio. Afinal, não são eles mesmos que cobram tanta igualdade no mundo?
Marconi vem a tona não pelo dossiê que Renan Canalheiros estava montando contra o senador tucano e o outro senador goiano Demóstenes Torres. A polêmica que envolve Marconi se baseia na ação que o Ministério Público Federal de Goiás está movendo contra a exclusividade que a Faculdade Alves Faria (Alfa) está concedendo ao senador e sua esposa Valéria para fazerem o curso de Direito em horário especial. Segundo o MPF, a faculdade está desprestigiando os outros alunos e dando certos privilégios à Marconi. Pronto! A ação do MPF foi a gota d’água para os marconistas colocarem a boca no trombone (ou os dedos no teclado). “Marconi não pode estudar?” Que país é esse que impede um político de alto nível como Marconi de estudar?” Vixemaria! É só ler os artigos nos jornais daqui de Goiás que você terá uma idéia da ira dos marconistas contra aqueles que desejam impedir Marconi de estudar.
Só achei interessante uma coisa: os marconistas da imprensa goiana não falaram nada quando a Universidade Federal de Goiás autorizou criar cursos exclusivos para os militantes do MST. Por que será? Já imaginou se a UFG abrisse um curso exclusivo para os filhos dos integrantes da UDR (União Democrática Ruralista), ou se um fazendeiro tivesse horários especiais para finalizar o seu curso superior, o que a esquerda brasileira falaria?
Aqui no blog eu já comentei este assunto. Para mim, se Marconi quiser realmente mostrar que não está sendo beneficiado e que está fazendo o curso de Direito com suas próprias pernas, que mostre seu boletim, suas notas, seu histórico escolar.
O problema em questão não é impedir que Marconi estude. O problema é que o privilégio não se restringe apenas ao senador, mas para “movimentos sociais” que também fazem cursos exclusivos para si em instituições de ensino superior público.
Outra coisa: parece que nos dias de hoje, questionar político virou pecado. Quem questiona algum ato de algum político virou golpista. Político tem mais é que viver sob vigilância, sob pressão. É um sujeito público, que recebe e mexe com dinheiro público. Precisa de toda fiscalização possível. O que não vale é lambeção de botas e puxasaquismo disfarçado de defesa da educação.
Se Marconi é incomodado com esta ação do MPF, que seja incomodado o MST que goza de privilégios na Universidade Federal de Goiás. Afinal, todo mundo é igual, não é verdade?
Por favor, sem essa lambeção de bota, esse puxasaquismo, essa defesa incondicional de Marconi Perillo. Político tem que ser incomodado, fiscalizado, criticado. E “movimento social” não pode ter nenhum tipo de privilégio. Afinal, não são eles mesmos que cobram tanta igualdade no mundo?

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