A Mesa Diretora do Senado vai decidir nesta terça-feira se encaminhará a sexta representação contra o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) ao Conselho de Ética da Casa. Além do processo contra Renan, a Mesa também vai analisar o pedido do PSOL para que o conselho investigue denúncia contra o senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG).
Na sexta representação, Renan é acusado de apresentar uma emenda que permitiu o repasse de R$ 280 mil para uma empresa fantasma. Em relação a Azeredo, o PSOL argumenta que o senador teria quebrado o decoro por negar a existência e envolvimento com o suposto esquema do mensalão tucano. Para o PSOL, se ficar comprovado que Azeredo mentiu, já é motivo para pedir sua cassação por quebra de decoro.
A Procuradoria-Geral da República ainda estuda a denúncia sobre o suposto esquema de desvio de dinheiro para o caixa dois da campanha de Azeredo ao governo de Minas, em 1998. O conselho já arquivou representação contra o tucano, em 2006, quando respondeu à mesma acusação --com o argumento de que a denúncia ocorreu antes de assumir a cadeira no Senado.
Renan
Se a Mesa Diretora decidir encaminhar a representação contra Renan ao conselho, será o quinto processo em tramitação simultânea no órgão contra o peemedebista.
Até agora, o presidente licenciado do Senado foi absolvido somente no primeiro processo, pelo plenário da Casa, da acusação de que teria usado recursos da empreiteira Mendes Júnior para o pagamento de despesas pessoais.
O quinto processo contra o senador --no qual é acusado de usar um assessor especial para espionar os senadores Marconi Perillo (PSDB-GO) e Demóstenes Torres (DEM-GO)-- ainda não tem relator para analisar a denúncia.
O presidente do conselho, Leomar Quintanilha (PMDB-TO), prometeu anunciar o nome do relator na última sexta-feira, mas adiou a decisão para esta semana.
Na sexta representação, Renan é acusado de apresentar uma emenda que permitiu o repasse de R$ 280 mil para uma empresa fantasma. Em relação a Azeredo, o PSOL argumenta que o senador teria quebrado o decoro por negar a existência e envolvimento com o suposto esquema do mensalão tucano. Para o PSOL, se ficar comprovado que Azeredo mentiu, já é motivo para pedir sua cassação por quebra de decoro.
A Procuradoria-Geral da República ainda estuda a denúncia sobre o suposto esquema de desvio de dinheiro para o caixa dois da campanha de Azeredo ao governo de Minas, em 1998. O conselho já arquivou representação contra o tucano, em 2006, quando respondeu à mesma acusação --com o argumento de que a denúncia ocorreu antes de assumir a cadeira no Senado.
Renan
Se a Mesa Diretora decidir encaminhar a representação contra Renan ao conselho, será o quinto processo em tramitação simultânea no órgão contra o peemedebista.
Até agora, o presidente licenciado do Senado foi absolvido somente no primeiro processo, pelo plenário da Casa, da acusação de que teria usado recursos da empreiteira Mendes Júnior para o pagamento de despesas pessoais.
O quinto processo contra o senador --no qual é acusado de usar um assessor especial para espionar os senadores Marconi Perillo (PSDB-GO) e Demóstenes Torres (DEM-GO)-- ainda não tem relator para analisar a denúncia.
O presidente do conselho, Leomar Quintanilha (PMDB-TO), prometeu anunciar o nome do relator na última sexta-feira, mas adiou a decisão para esta semana.

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