no Jornal do Brasil
O prefeito eleito do Rio, Eduardo Paes, quer evitar efeitos da crise econômica mundial na sua administração. Amanhã, ele discutirá com o presidente Lula e o governador Sérgio Cabral, em Brasília, formas de trazer mais investimentos para a cidade. O esforço será no sentido de manter – e até ampliar – o volume de negócios, apesar da perspectiva de racionamento de despesas em 2009.
– Temos que olhar com atenção para a crise internacional. Vamos observar no próximo mês o que vai acontecer. Esperamos que os investimentos que estão sendo trazidos para o Estado e a cidade possam continuar – disse ontem o prefeito eleito.
Paes não revelou os temas da conversa com Lula, mas adiantou que trará boas notícias.
– Vamos pressionar o presidente Lula desde o início. Ele tem um carinho enorme pelo Rio de Janeiro e tem demonstrado isso. Vamos nos manter muito próximos do presidente da República para trazer benefícios para o Rio – adiantou.
Hoje, Paes encontra-se com o prefeito Cesar Maia para aprofundar o estudo do orçamento. Ainda no segundo turno, recebeu informações da equipe de transição da prefeitura que usou para se preparar para os debates. A idéia é inaugurar 15 unidades de pronto atendimento (UPAs), a primeira delas na Zona Oeste, no próximo ano. O prefeito eleito pretende ainda gastar entre R$ 10 milhões e R$ 15 milhões na contratação de guardas municipais, que passarão a ser estatutários no novo governo.
Paes prometeu também concursos públicos para as áreas de educação e saúde. As novas contratações de médicos e enfermeiros vão compor os quadros das UPAs. Para a vaga da pasta, entretanto, faz mistério sobre o escolhido.
– O grande desafio vai ser a saúde. Temos um sistema complexo na rede federal, estadual e municipal. A integração será fundamental – despistou.
Eduardo Paes pediu a cada um dos partidos da coligação Unidos pelo Rio (PMDB, PP, PSL e PTB) e aos aliados do segundo turno (PCdoB, PDT, PT e PRB) que sugerissem três nomes para o secretariado. Apesar da ampla quantidade de apoios à candidatura, diz que vai ser fácil formar o grupo.
– O governo vai ter comando. O prefeito aqui tem experiência administrativa. Sabe como comandar a prefeitura.
Sem responder se todos os partidos serão contemplados com uma vaga, deixou claro apenas a entrada de políticos na equipe, desde que tenham competência, capacidade de realizar e honestidade.
– Sou político e ocupei três funções no Executivo. Tenho certeza de que fiz com muita competência – avaliou.
Caberá aos secretários escolher assessores e auxiliares. Paes revelou ter "horror de nomear as pessoas" e que dará autonomia aos titulares no comando das pastas. Quem for bem permanecerá. Quem não for, "vai para casa", preveniu.
– Temos que olhar com atenção para a crise internacional. Vamos observar no próximo mês o que vai acontecer. Esperamos que os investimentos que estão sendo trazidos para o Estado e a cidade possam continuar – disse ontem o prefeito eleito.
Paes não revelou os temas da conversa com Lula, mas adiantou que trará boas notícias.
– Vamos pressionar o presidente Lula desde o início. Ele tem um carinho enorme pelo Rio de Janeiro e tem demonstrado isso. Vamos nos manter muito próximos do presidente da República para trazer benefícios para o Rio – adiantou.
Hoje, Paes encontra-se com o prefeito Cesar Maia para aprofundar o estudo do orçamento. Ainda no segundo turno, recebeu informações da equipe de transição da prefeitura que usou para se preparar para os debates. A idéia é inaugurar 15 unidades de pronto atendimento (UPAs), a primeira delas na Zona Oeste, no próximo ano. O prefeito eleito pretende ainda gastar entre R$ 10 milhões e R$ 15 milhões na contratação de guardas municipais, que passarão a ser estatutários no novo governo.
Paes prometeu também concursos públicos para as áreas de educação e saúde. As novas contratações de médicos e enfermeiros vão compor os quadros das UPAs. Para a vaga da pasta, entretanto, faz mistério sobre o escolhido.
– O grande desafio vai ser a saúde. Temos um sistema complexo na rede federal, estadual e municipal. A integração será fundamental – despistou.
Eduardo Paes pediu a cada um dos partidos da coligação Unidos pelo Rio (PMDB, PP, PSL e PTB) e aos aliados do segundo turno (PCdoB, PDT, PT e PRB) que sugerissem três nomes para o secretariado. Apesar da ampla quantidade de apoios à candidatura, diz que vai ser fácil formar o grupo.
– O governo vai ter comando. O prefeito aqui tem experiência administrativa. Sabe como comandar a prefeitura.
Sem responder se todos os partidos serão contemplados com uma vaga, deixou claro apenas a entrada de políticos na equipe, desde que tenham competência, capacidade de realizar e honestidade.
– Sou político e ocupei três funções no Executivo. Tenho certeza de que fiz com muita competência – avaliou.
Caberá aos secretários escolher assessores e auxiliares. Paes revelou ter "horror de nomear as pessoas" e que dará autonomia aos titulares no comando das pastas. Quem for bem permanecerá. Quem não for, "vai para casa", preveniu.
PMDB fortalecido
O prefeito eleito classificou a sua eleição como uma grande conquista para o PMDB, mas preferiu não comentar o quanto a vitória aumenta o cacife do partido na disputa presidencial de 2010.
– O Rio é a segunda capital mais populosa do país. Uma cidade com muita importância na política nacional. Mas vamos tratar da prefeitura do Rio. Não quero pensar em 2010 agora – desconversou.
Paes valorizou a parceria com Lula, a quem se disse muito grato, e que qualificou como fundamental para a sua vitória.
– Ele foi um parceiro importante pela maneira correta e despojada com que nos deu esse apoio. O presidente terá um grande parceiro na prefeitura do Rio de Janeiro – agradeceu.

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