Viu o post abaixo? Pois é. Vicentinho sendo vaiado por sindicalistas. Será que alguém vai apontar o dedo e dizer que ele é inimigo do trabalhador? Agora estou vendo que o PSDB só é inimigo do trabalhador em época de campanha eleitoral. Quando o governo petista vai fazer alguma coisa que incomoda o trabalhador sempre tira o dele da reta e sempre encontra alguém disposto a dar o remédio amargo e ouvir pacientemente as reclamações do paciente.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Vicentinho vaiado
Na Folha online
Ex-presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores), o deputado Vicentinho (PT-SP) foi vaiado por dezenas de representantes das centrais sindicais ao finalizar a leitura de seu relatório, que acata o valor do salário mínimo de R$ 545, como quer o governo.
O deputado ressaltou, porém, que representantes da própria CUT não estão no local. Ele afirma ainda que o sindicato do qual realmente faz parte, dos Metalúrgicos do ABC, defende a manutenção do acordo, que fixa o valor do mínimo com base na variação do PIB de dois anos antes mais a inflação do ano anterior.
"Meu compromisso é com o trabalhador. Tenho certeza que as vaias de hoje vão se transformar em aplausos em janeiro do ano que vem, quando o valor vai chegar a mais de R$ 600", disse.
Em seu relatório, Vicentinho acata integralmente as propostas do governo, que além de estabelecer a política e o salário de R$ 545 para este ano, diz que os valores dos próximos anos serão fixados por decreto, ou seja, sem passar pela aprovação do Congresso. Leia mais aqui.
Para comitê, censura está em um nível preocupante
Por Uirá Machado
na Folha
na Folha
Os casos de censura à imprensa na América Latina estão nos níveis mais altos desde a redemocratização, afirma Carlos Lauría, coordenador do CPJ (Comitê para Proteção de Jornalistas).
Segundo Lauría, responsável pela apresentação do relatório "Ataques à Imprensa em 2010", divulgado ontem, a situação é preocupante em vários países da região.
"Houve um aumento significativo dos casos de censura em todo o continente, seja por censura judicial, seja pela violência do crime organizado, seja por pressão do Estado", diz Lauría.
De acordo com ele, o principal problema no Brasil é a censura judicial, embora tenha dito que existam outros problemas, como a pressão política sobre veículos de comunicação e ameaças do crime, "sobretudo de traficantes de droga".
O caso mais emblemático é o do jornal "O Estado de S. Paulo", proibido de publicar reportagens que contenham informações da Operação Faktor (antiga Boi Barrica) que envolve familiares de José Sarney (PMDB-AP).
O relatório, que traz um levantamento global sobre o estado da liberdade de imprensa, menciona 44 jornalistas mortos no exercício da profissão e 145 presos. Segundo Lauría, é o maior número nos últimos 15 anos.
Apresentado ontem em diversos países no mundo inteiro (no Brasil, com o apoio da Abraji -Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo), o relatório do CPJ é considerado pela entidade um mecanismo para ajudar nas discussões sobre a liberdade de imprensa.
"Quando há censura, não é um problema da imprensa, mas um problema de toda a sociedade", disse Lauría.
O representante do CPJ deve se reunir hoje com Cezar Peluso, presidente do Supremo Tribunal Federal, e com ministros de Estado para discutir os dados do relatório.
OUTROS PAÍSES
O relatório apresentado ontem por Lauría traz outros dados sobre a situação da imprensa na América Latina.
Para o CPJ, a situação é particularmente preocupante em Honduras, onde nove jornalistas teriam sido assassinados no exercício da profissão só no ano passado.
Lauría também cita o México e a Venezuela como dois exemplos negativos. No primeiro caso, por causa das crescentes ameaças do crime organizado, e, no segundo, devido à pressão do Estado.
"[No Brasil] houve uma relação muito ríspida entre imprensa e governo nas eleições, mas é normal, o governante tem o direito de falar. O que não pode é passar à ação, como fez [Hugo] Chávez [na Venezuela]", disse.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Envolvido em violação de sigilo vira assessor de Dilma
Por Bernardo Mello Franco
na Folha
na Folha
O Planalto nomeou Jeter Ribeiro de Souza, envolvido na quebra do sigilo bancário do caseiro Francenildo Costa, para assessorar a presidente Dilma Rousseff.
Ex-gerente da Caixa Econômica Federal, ele acessou e imprimiu uma cópia do extrato do caseiro a pedido do então presidente do banco, Jorge Mattoso, que responde a ação penal pelo caso.
O escândalo derrubou o então ministro da Fazenda, Antonio Palocci, em março de 2006. O petista foi reabilitado por Dilma e hoje é chefe da Casa Civil da Presidência.
Souza foi convocado a depor na Polícia Federal, mas não chegou a ser indiciado na investigação no STF (Supremo Tribunal Federal).
Ele afirmou à Folha que Palocci não teve influência em sua indicação e disse ter vivido situação "desagradável" pelo envolvimento no caso. Leia mais aqui.
Comentário
Até hoje não vi nenhum petista envolvido em escândalo de corrupção atrás das grades. Para o PT, o crime só é crime quando o adversário está envolvido.
Dilma Rostock cobrou ética dos seus subordinados. A nomeação deste senhor só é uma amostra da ética petralha.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
O que Ronaldo fez está na história
Graças a Deus vi Ronaldo jogar. Ele não era Ronaldo. O xará gaúcho ainda não tinha aparecido na Rede Globo. Ronaldo era o Ronaldinho. Em 1997, a seleção brasileira veio fazer um amistoso aqui em Goiânia contra a Polônia. Eu estava no Estádio Serra Dourada vendo aquela fantástica seleção que tinha na frente Ronaldinho e Romário. Era a dupla Rô-Rô infernizando a zaga adversária. A Copa que aconteceria no ano seguinte seria fichinha para os dois. Infelizmente nós sabemos o que aconteceu na Copa da França.
Ronaldo se aposentou hoje. Não aguentava mais as graves contusões. Lamentável. Aos 34 anos, seu organismo já não é o mesmo de dez anos atrás e que lhe permitia se recuperar como poucos. A idade pesou, o peso literalmente pesou. Dizem que o que também pesou foi a pressão da torcida corinthiana. Será? Pelas lágrimas que o Fenômeno soltou durante a entrevista coletiva hoje não parecia ressentimento.
A aposentadoria de Ronaldo deixa o futebol brasileiro um pouco mais pobre. Ainda mais agora que os craques estão voltando para a terra natal. Mas precisamos respeitar a decisão dele. Ele não merece ficar se arrastando em campo. Está na hora dele rever o que fez, valorizar os acertos (que foram muitos), aprender com os erros e seguir em frente. Sua aposentadoria não significa seu desaparecimento. Ele ainda vai dar muito as caras por aí. Afinal, quem é bancado pela Claro, Nike e um monte de patrocinadores não pode se afastar de tudo e de todos.
Assim como não vai afastar da minha memória aquela noite maravilhosa no Estádio Serra Dourada. A seleção dava show na sua terra e não no estrangeiro. E a Copa que se seguia não foi do Fenômeno. Foi do Zidane. O mesmo Zidane que humilharia o amigo Ronaldo na Copa de 2006. O mesmo Zidane que já se aposentou. Ora, se Zidane que é Zidane se aposentou e o futebol continuou seu destino sendo escrito por outros craques por que Ronaldo não pode se aposentar? Estou triste sim, mas o futebol continua sendo uma arte. Arte esta que tem muitas pinceladas de Ronaldo ou Ronaldinho. O que Ronaldo fez está na história e ninguém lasca
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Só faltam os comumianistas
Aos poucos os ditadores que ainda restam neste mundo estão caindo. Hoje foi a vez de Hosni Mubarack se juntar às múmias egípcias. Agora é hora de esperar o "carnaval", como descreveu a Folha online, que os egípcios estão promovendo para comemorar a queda do agora ex-ditador e ver o que vai acontecer. Deste humilde blog desejo que eles escolham a pessoa certa para conduzir o país à democracia. Que os extremistas islâmicos fiquem longe do poder.
Resta agora outras múmias partirem para o mesmo lugar de Mubarack. São os comunistas que estão no poder há muito mais tempo que ex-ditador do Egito. Estes são os comunianistas. Estão em Cuba, na China e na Coréia do Norte. Que o carnaval do Egito possa estremecer as cadeiras dos Irmãos Castro, dos comunistas chineses e do doidinho da bomba coreano.
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Sarney eterno
Reportagem de hoje da Folha nos mostra que José Sarney retoma cargo estratégico no Senado. Eis o seu grande sacrifício.
O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), decidiu trocar o diretor-geral da Casa e outros cargos estratégicos na área administrativa e pôr pessoas de sua confiança nessas vagas. As mudanças podem atingir 20 cargos.
A Folha apurou que Sarney convidou Doris Marize Peixoto para a Diretoria-Geral. Ela trabalhou como chefe de gabinete de Roseana Sarney no Senado até 2009, quando saiu para a diretoria de Recursos Humanos.
O atual diretor foi indicado para o cargo pelo ex-senador Heráclito Fortes (DEM-PI), que não se reelegeu, no momento em que Sarney estava enfraquecido com uma sucessão de escândalos na Casa. Agora, a vaga volta a ser controlada por Sarney.
Cabe ao diretor-geral definir nomeações na área administrativa, contratos e pagamentos da Casa.
A indicada de Sarney entrou no Senado em 1984 no chamado "trem Dala" -referência ao trem da alegria feito pelo ex-senador Moacyr Dala, que também levou ao Senado Agaciel Maia e dezenas servidores sem concurso.
Agaciel ficou na diretoria por 14 anos, apoiado por Sarney e só deixou o cargo após a Folha revelar que ele não registrou uma mansão de R$ 5 milhões em Brasília.
Também na Diretoria-Geral foram editados os chamados "atos secretos", por meio dos quais Sarney e seus colegas nomearam parentes. Como adiantou o Painel, ele tentou emplacar um aliado na Diretoria-Geral: Sebastião Fernandes Neto, o Tião.
CÂMARA
Tião perdeu força após a imprensa divulgar o apoio.
Agora Agaciel tenta fazer dele o novo diretor da Gráfica do Senado. A Folha apurou que Sarney estuda duas opções: Tião ou Julio Pedrosa, ex-diretor da Gráfica.
Na Câmara também há mudanças. O presidente da Casa, deputado Marco Maia (PT-RS), nomeou ontem Sérgio Sampaio para o cargo de secretário-geral da Mesa.
Sampaio, até então diretor-geral da Casa, substitui Mozart Viana, que comandou a secretaria por cerca de 20 anos. O novo diretor-geral ainda não foi anunciado.
A secretaria é de extrema importância para o presidente. É responsável, por exemplo, pela distribuição de projetos às comissões e pela condução das votações.
Sérgio Sampaio foi secretário da Comissão de Constituição e Justiça da Casa e chegou à Diretoria-Geral em 2001, nomeado pelo então presidente do Senado, Aécio Neves (PSDB-MG).
Já Mozart Viana deixou o posto para assumir o comando do gabinete de Aécio Neves, no Senado. Integrantes da secretaria esperavam que alguém que já trabalhava lá dentro fosse escolhido.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Contra Natal
O Diário da Manhã está cruzando os dedos para que Natal (RN) não seja sede da Copa de 2014. Já faz algum tempo que o jornal gora a capital potiguar. A alegação é que as obras por lá estão bastante atrasadas. Pelo que eu sabia nenhuma cidade que será sede em 2014 está bem na fita.
O Diário diz que, caso Natal perca a sede, Goiânia teria chances. É mesmo? E faltando um pouco mais de três anos para o início da Copa do Mundo esta cidade conseguiria cumprir um cronograma curto? Não haveria atraso? Se os dirigentes destêstado não tiveram uma proposta quando ainda não havia decidido quais as cidades seriam sede seria justamente agora que Goiânia teria um plano maravilhoso debaixo da manga? Imagine o quanto a Fifa estaria de olho nesta, como posso dizer, "alternativa" a Natal.
O tempo de Goiânia para sediar alguma coisa da Copa do Mundo de 2014 acabou. Aqueles que deveriam fazer alguma coisa não fizeram. E é muito feio ficar torcendo contra uma cidade sede só para destroná-la do lugar.
domingo, 6 de fevereiro de 2011
As múmias estão caindo
As múmias estão caindo. Lá no Oriente Médio, várias delas que estavam no poder há mais de 30 anos estão caindo. Faltam cair as múmias do comunismo que habitam o poder em Cuba e China. Mas calma. A hora delas ainda vai chegar.
Na saída do governo, Lula turbinou prefeituras do PT
Por Silvio Navarro e Ranier Bragon
na Folha
na Folha
No último ano do mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, cidades administradas pelo PT e por partidos que integram a coalizão governista foram as mais beneficiadas na distribuição de investimentos da União.
Levantamento feito pela Folha mostra que, dos 20 municípios que mais receberam recursos federais em relação ao número de eleitores, 7 são chefiados pelo PT e 6 pelo PMDB -o restante, por aliados (PP, PSB, PDT, PC do B e PR). As siglas têm cargos no governo.
O levantamento foi feito com base nos dados do Portal da Transparência da CGU (Controladoria-Geral da União). O total de verba repassada foi dividido pelo número de eleitores.
A Folha selecionou as 80 maiores cidades brasileiras que, segundo o Tribunal Superior Eleitoral, têm hoje mais de 200 mil eleitores -a única capital que não atinge o número é Palmas (TO).
Esses recursos são distribuídos por meio de convênios firmados pelos prefeitos com ministérios em Brasília.
O dinheiro é usado para obras de saneamento, habitação e construção de hospitais, escolas e quadras esportivas, entre outros.
As próximas eleições municipais serão no ano que vem. As obras que poderão ser capitalizadas eleitoralmente pelos prefeitos já estão em execução e serão inauguradas na véspera das eleições.
CAMPEÕES
A Prefeitura de Maringá (PR) foi a que mais recebeu verbas no ano passado: R$ 103,3 para cada um dos seus quase 248 mil eleitores. A cidade é administrada pelo PP.
A maior fatia dos recursos trata de obras na linha férrea e em rodovias, por meio do Ministério dos Transportes.
O prefeito da cidade é Sílvio Barros (PP), irmão de Ricardo Barros (PP), ex-vice-líder e influente articulador do governo na Câmara.
Três cidades administradas pelo PT se destacam na lista: Porto Velho (RO), com R$ 86,6 por eleitor; São Bernardo (SP), com R$ 79,2; e Canoas (RS), com R$ 65,3.
Para visualizar o salto, em 2009, esses valores foram, respectivamente: R$ 31,5, R$ 2,4 e R$ 21,3.
Em Canoas, o maior montante é para construção de escolas. Em Porto Velho, a verba é diversificada.
São Vicente, no litoral paulista, também tem ótima média: R$ 99 por eleitor. Mas a maior parte é de convênio de R$ 15 milhões assinado pelo prefeito Tércio Garcia (PSB) com o Ministério de Ciência e Tecnologia, cota do PSB no governo até 2010.
A finalidade é a implantação de um portal de gestão em "tecnologia e inovação".
Por outro lado, o ranking aponta que, das 10 cidades que estão no rodapé da tabela, 4 são do PSDB. A mais bem colocada entre as gestões tucanas é São Luís (MA), com R$ 14,9 por eleitor. No caso do DEM, a melhor posicionada é Blumenau (SC) -R$ 23,9. Administrada pelo DEM, São Paulo é a 69ª no ranking, com R$ 4,8.
Nesse grupo dos 80 maiores municípios, o PT governa 21, seguido de 16 do PMDB. Os tucanos têm dez cidades.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
A culpa é do FHC também?
Ontem, vários estados do nordeste tiveram apagões. Até agora o Ministério de Minas e Energia não sabe o que causou. Quer ver que vai ter petralha culpando o governo Fernando Henrique Cardoso? Há dez anos atrás enfrentávamos uma crise energética. Passado o governo Lula que, como dizem por aí, fez tudo que tinha que ser feito desde a chegada de Pedro Álvares Cabral, ainda existem apagões. Vale lembrar que a atual presidente destêpaiz foi ministra de Minas e Energia.
Aos poucos nós vamos vendo que Lula não fez tantas coisas que deveriam ser feitas desde a chegada de Pedro Álvares Cabral no Brasil.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Infidelidade?
O PMDB goiano quer expulsar Thiago Peixoto porque aceitou o convite de Marconi Perillo para ser secretário da Educação. Quem é o PMDB goiano para exigir fidelidade de algum correligionário?
Em 2004, o PMDB de Iris Rezende disputou a eleição para a Prefeitura de Goiânia contra o PT de Pedro Wilson. A disputa foi acirrada, com críticas ácidas dos dois lados. Quatro anos depois o mesmo Iris Rezende disputava a reeleição tendo Paulo Garcia como vice. Um petista na chapa de um peemedebista.
Como se não bastasse este exemplo de infidelidade, o PMDB de Iris Rezende recebeu de braços abertos o apoio do então governador Alcides Rodrigues e do seu candidato derrotado Vanderlan Cardoso. Foi em 2010. Em 2006, ou seja dois anos antes, o PP de Cidinho e o PMDB de Iris não poderiam nem sentar perto porque poderia sair fogo.
Se Thiago aceitou o convite de Marconi é porque não via no seu partido nenhum espaço para amadurecer politicamente e desenvolver seus projetos na área da Educação. O PMDB ao expulsar Thiago mostra que nunca vai respirar ares novos e vai sempre continuar debaixo do braço de Iris Rezende.
Te vira, Marconi!
Assim como Paulo Maluf apoiou a candidatura de Celso Pitta à Prefeitura de São Paulo em meados da década de 1990, Marconi Perillo apoiou a candidatura de Alcides Rodrigues ao governo de Goiás em 2006. Maluf chegou ao cúmulo de dizer que, se Pitta não fosse um bom prefeito o povo paulistano não precisava mais votar nele. Marconi não ousou tanto. Quando ganhou a fácil eleição para o senado naquele ano, ele mergulhou de cabeça na campanha de Alcides. O adversário era do PMDB, Maguito Vilela. O apoio marconista valeu a pena: Alcides foi eleito (ou melhor, reeleito porque ele já ocupava a cadeira de governador quando Marconi renunciou para se candidatar ao Senado).
Mas em 2007, depois da posse, Alcides começou a dizer que o negócio não estava tão bom como ele mesmo disse na campanha. O Estado estava quebrado e era preciso fazer reformas. Cidinho passou quatro anos dizendo que havia feito reformas e que o Estado estava enxuto. Eis que Marconi retorna ao governo e diz que o Estado não está enxuto como dizia Alcides Rodrigues, seu antigo aliado.
Alcides foi vice de Marconi de 1999 até 2006. Foi intervetor em Anápolis. Marconi sabia muito bem o produto que estava oferecendo ao eleitorado. Se Cidinho traiu o problema é dos dois. Não vou ficar aqui adulando Marconi. Já temos o Diário da Manhã que está fazendo isso muito bem. O que digo a Marconi é: "Te vira!"
Mas em 2007, depois da posse, Alcides começou a dizer que o negócio não estava tão bom como ele mesmo disse na campanha. O Estado estava quebrado e era preciso fazer reformas. Cidinho passou quatro anos dizendo que havia feito reformas e que o Estado estava enxuto. Eis que Marconi retorna ao governo e diz que o Estado não está enxuto como dizia Alcides Rodrigues, seu antigo aliado.
Alcides foi vice de Marconi de 1999 até 2006. Foi intervetor em Anápolis. Marconi sabia muito bem o produto que estava oferecendo ao eleitorado. Se Cidinho traiu o problema é dos dois. Não vou ficar aqui adulando Marconi. Já temos o Diário da Manhã que está fazendo isso muito bem. O que digo a Marconi é: "Te vira!"
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Só o PSDB que não sabe disso
Chico Buarque elogia Fernando Henrique Cardoso. Até ele, um dos principais porta-vozes do petismo na MPB. Só o PSDB, partido de FHC, não sabe elogiar o ex-presidente. Segue um trecho do que está no Estadão online:
Em uma entrevista ao jornal espanhol ‘El País’, o cantor, compositor e escritor Chico Buarque, que sempre se mostrou crítico de Fernando Henrique Cardoso, desta vez teceu elogios ao ex-presidente.
Após enaltecer a prioridade do também ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de tirar o maior número de pessoas da miséria e dizer que isso continua com a presidente Dilma Rousseff, Chico afirmou que os méritos desses avanços também vieram “das bases da política econômica empreendida por Fernando Henrique Cardoso”.
Segundo ele, esta “foi a chave sem a qual não se poderia avançar. Toda essa transformação foi levada a cabo com as regras do capitalismo para criar uma riqueza que devia ser distribuída. Alguns esquerdistas podem pensar que não foi suficientemente humanitário, mas ninguém pode negar que foi o mais inteligente.”
O PT não quer CPI
O PT não quer CPI. Nem CPI sobre Furnas. Se algum tucano ou democrata estivesse enrolado em alguma acusação aí sim veríamos muitos petistas pedindo não somente ética na política como comissões parlamentares de inquérito para investigar as irregularidades. Tem muita coisa podre em Furnas que podem incriminar tanto o PT como o PMDB.
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Tem gente que bota fé no deputado das bolachas
Aqui em Goiás, muitos jornalistas fazem de tudo para mostrar serviço aos seus políticos. Tem jornalista apoiando a candidatura de Sandro Mabel à presidência da Câmara. Meu Deus! Só por que ele prometeu um prédio novo para os gabinetes de suas excelências? E no quesito trabalho? O que Sandro Mabel vai contribuir para agilizar o andamento de projetos de lei?
O deputado das bolachas só tem apoio de alguns jornalistas desta terra mesmo.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Oposição dura? Vamos ver
Apesar de, quantitativamente, nós estarmos mais frágeis do que estávamos na legislatura anterior, eu acho que temos plenas condições de qualificar a nossa oposição. O papel da oposição tem que ser propositivo, além do papel fiscalizador que faremos em profundidade.
Quem disse o que está acima foi o senador Aécio Neves. É engraçado ver a oposição falando em ser dura com Dilma Rostock. Como ela vai fazer alguma coisa se os dois partidos que fazem oposição ao governo estão divididos? O PSDB quer reformular deixando José Serra fora da discussão e o DEM altera documento para que favorecer Rodrigo Maia e "obrigar" Gilberto Kassab a migrar para o PMDB.
Aécio Neves fala em qualificar a oposição. Como qualificar se ela está toda rachada e ninguém se dispõe a uni-la. Vamos ver.
Sarney outra vez?
É... Pelo visto José Sarney vai mesmo comandar o Senado Federal pelos próximos dois anos. Há dois anos atrás ele afundava a Casa na sua pior crise. Ninguém foi punido, nenhuma reforma foi feita e os vícios continuam.
domingo, 30 de janeiro de 2011
Não podemos esquecer
O primeiro mês do ano está acabando. E nós não podemos jamais nos esquecer da tragédia na região serrana do Rio de Janeiro. Aos poucos o noticiário vai deixando de lado o que aconteceu em Petrópolis, Nova Friburgo e região porque outros assuntos também relevantes vão surgindo e precisam ser noticiados e analisados. Porém, não podemos jamais nos esquecer de cobrar dos governantes se as medidas prometidas estão sendo cumpridas.
Precisamos sempre cobrar do governador do Rio Sérgio Cabral o que ele está fazendo para que não se repita o que aconteceu na região serrana do Rio de Janeiro no primeiro mês deste ano.
'Preciso desencarnar da Presidência', diz Lula
Por Eduardo Kattah
no Estadão
no Estadão
Empenhado em não fazer declarações de conteúdo político, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou neste sábado que precisa "desencarnar da Presidência" e "reencarnar como cidadão brasileiro".
Depois de receber o título de doutor honoris causa na Universidade Federal de Viçosa (UFV), na noite de sexta-feira, o ex-presidente foi agraciado neste sábado com uma comenda oferecida pela prefeitura de Ubá, em Minas.
Durante uma rápida cerimônia no aeroporto da cidade, Lula evitou responder às abordagens de jornalistas e reiterou que pretende se manter em "férias" até o fim do carnaval.
"É a minha primeira atividade depois que eu deixei a Presidência. Eu, na verdade, não quero ter atividade até março, vou esperar o carnaval. A companheira Dilma (Rousseff) está montando seu time e eu preciso desencarnar da Presidência. Então, quanto mais quieto eu ficar, quanto menos falar, melhor será para todos nós", disse o ex-presidente.
Questionado pelo Estado, ele não quis fazer nenhum prognóstico em relação ao caso do ex-ativista italiano Cesare Battisti. No seu último dia de mandato, o ex-presidente negou a extradição pedida pela Itália. A defesa de Battisti, condenado por assassinatos em seu país, já pediu sua libertação, o que deverá ser decidido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em fevereiro. Lula também evitou falar sobre o governo de sua sucessora.
Críticas. Menos comedido que o ex-presidente, a quem acompanhou na visita a Minas, o ministro da Educação, Fernando Haddad, reagiu às recentes críticas do ex-governador de São Paulo José Serra (PSDB), que usou o Twitter para criticar o "vexame" do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e os problemas verificados no portal do Sistema de Seleção Unificada (Sisu).
Haddad não escondeu a irritação com o ataque feito na rede de microblogs pelo ex-candidato do PSDB à Presidência. "Serra tem de responder pela administração dele", rebateu o ministro da Educação. "Acho pequeno a pessoa que pretendeu governar o País se aliar ao que tem de menor para fazer uma crítica desse tipo. Está havendo enchente em São Paulo, as pessoas estão morrendo na zona leste (da capital) há anos. Acho que é muito mais grave isso."
Comentário
Fernando Haddad só fica uma fera mesmo quando está perto de Lula. Ao lado de Dilma Rostock, ele cancela as férias e tem que dar entrevista para esclarecer os problemas no Enem e no Sisu.
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