sábado, 29 de março de 2008

Cale-se para sempre

Eduardo Horácio escreveu um artigo interessante no Tribuna do Planalto. Fala sobre o silêncio dos tucanos sobre a possível aliança entre o PP do governador Alcides Rodrigues, o popular Cidinho, e o PMDB de Íris Rezende. Isso mesmo. O PMDB está quase fechando um acordo com o principal aliado do PSDB aqui em Goiás. Horácio fala da falta de reações dos tucanos. Este silêncio mostra que os temponovistas não falam a mesma língua, que aconteceu alguma coisa na passagem de 2006 para 2007 que estremeceu a base. Desde o ano passado que os aliados ao Palácio das Esmeraldas brigam entre si e desde o ano passado Cidinho e os peemedebistas estão, como posso dizer, ficando. Pelo visto, eles querem oficializar a união. E não tem ninguém pedindo para o juiz parar o casamento. É aquela velha história: “Fale agora ou cale-se para sempre”. Este racha na base aliada nunca foi explicada. O que será que está acontecendo? Os tucanos ficam calados e os cidistas doidos para o juiz acabar com a cerimônia. Ou alguém rompe o silêncio e fala agora o que está acontecendo na base aliada do Tempo Novo ou cale-se para sempre.

"Noites de almirante do marujo McCain" por Roberto Pompeu de Toledo

No conto Noite de Almirante, de Machado de Assis, o marujo Deolindo Venta-Grande está eufórico pela perspectiva de rever sua amada Genoveva, depois de tantos meses no mar. Quando o navio atraca no Rio de Janeiro, os colegas lhe dizem: "Ah, Venta-Grande! Que noite de almirante você vai passar! Ceia, viola e os braços de Genoveva". Venta-Grande corre ao encontro da moça de "olho negro e atrevido". Decepção. Fica sabendo que ela se enamorou de um mascate, com quem vive agora. Idéias suicidas rondam a mente de Deolindo quando, no dia seguinte, volta ao navio. Os companheiros o saúdam com tapinhas no ombro e risinhos, perguntam como vai Genoveva, se estava bonita como sempre. Conclui Machado que Deolindo "respondia a tudo com um sorriso satisfeito e discreto, um sorriso de pessoa que viveu uma grande noite".
Deolindo é um pobre brasileirinho. Claro que um gringo obteria resultado melhor. Foi o que aconteceu com um aspirante da Marinha americana chamado John McCain, no distante ano de 1957. Em sua primeira viagem de instrução, a bordo do destróier USS Hunt, depois das agruras de vários dias no mar, eis que o navio aporta no Rio de Janeiro, e a marujada ganha nove dias de folga. Liberdade no Rio! McCain comemora. Na flor de seus 20 anos, já de cara cai na gandaia, a tal ponto que, cansado, quando um colega lhe fala de uma festa no Pão de Açúcar, de início diz que prefere voltar ao navio e descansar. O colega insiste, ele cede, e acaba contemplado com a sorte grande – conhece na festa uma modelo brasileira com a qual dança até 1 da madrugada. Ao se despedirem, marcam novo encontro para o dia seguinte, no portão de desembarque do cais em que estava estacionado seu navio.
Na hora marcada, nada da moça. Passa uma hora, passam duas. É o primeiro contato de McCain com a impontualidade brasileira. Quando, decepcionado, já se dispunha a voltar ao navio, surge diante dele uma Mercedes "com portas de asa de gaivota". Ela buzina. Ele se precipita para dentro do carro. E fica com ela "todos os momentos livres" do resto de sua permanência no Rio. A última noite eles passam juntos. Pela manhã, ela o leva, na Mercedes, de volta ao navio. McCain abre a porta de asa de gaivota e dá-lhe um beijo de despedida. Foi um triunfo. Os colegas, a bordo do destróier, contemplam a cena, e aplaudem em delírio. McCain afirma que recebeu a manifestação dos colegas com "pretensa e acanhada humildade". Pobre Deolindo, como sua sorte fica ainda mais ingrata diante do sucesso do estrangeiro. O fingimento que, no brasileiro, escondia uma funda frustração, no americano continha a explosão do júbilo que lhe tomava o peito. Não foi só uma noite – foram dias e noites de almirante que ele viveu na então capital do Brasil.
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John McCain é hoje, aos 71 anos, o candidato do Partido Republicano à Presidência dos Estados Unidos. Sua aventura carioca está narrada no livro de memórias que publicou em 1999, Faith of My Fathers. Na semana passada, ao falar sobre política externa, ele disse que o G8, o grupo dos países mais industrializados do mundo, deveria expulsar a Rússia e, em seu lugar, admitir como sócios o Brasil e a Índia. A gentileza para com nosso país pode decorrer das boas recordações que o nome "Brasil" lhe evoca. Ele escreve nas memórias que o episódio do Rio de Janeiro, "embelezado pela idade", perdura-lhe na memória como "uma das mais felizes experiências da vida". Foi no mês de junho que transcorreram esses dias gloriosos. Pouco tempo depois, McCain se aproveitaria de uma licença para voltar ao Rio e desfrutar por mais uns dias a companhia da amada. Impuseram-se em seguida as dificuldades da distância e a "impaciência da juventude", e no fim do ano o caso entre os dois já havia esfriado.
Quem seria a namorada brasileira do homem hoje com grande chance de ser o próximo presidente dos EUA? Ele não declara seu nome (se é que se lembra dele), mas fornece pistas. Não deviam ser muitas as moças que percorriam o Rio de Janeiro ao volante de uma Mercedes em 1957. Ela era "bonita, elegante e graciosa". McCain diz que a festa do primeiro encontro foi "numa grande casa no morro do Pão de Açúcar". Não pode ser porque não há lugar semelhante no Pão de Açúcar, mas no Morro da Urca, ali vizinho, e ligado ao Pão de Açúcar pelo bondinho, há. A moça pertencia a uma família "rica e socialmente preeminente". Ela o arrastou a jantares e recepções a que compareceram "ministros, generais, almirantes, ricos aristocratas". Numa ocasião, viu-se num evento em que esteve até o presidente do Brasil. O presidente em 1957 era JK. McCain não o nomeia. Nem mesmo na época talvez tivesse gravado seu nome. Uma moça bonita, modelo, filha de família rica, feliz proprietária de uma Mercedes e freqüentadora de festas a que ia até o presidente, no Rio de Janeiro de 1957 – o quadro diz algo a alguém mais velho, ou mais versado no período, com o olho nesta página? Cartas para a redação.

"Que falta faz um Voltaire" por Reinaldo Azevedo

Falei outro dia a estudantes da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Um deles, militante socialista, antiimperialista, favorável ao bem, ao justo e ao belo, um verdadeiro amigo do povo (por alguma razão, ele acha que eu não sou), tentou esfregar Rousseau (1712-1778) na minha cara como exemplo de filósofo preocupado com o bem-estar do homem. "Justo esse suíço que não cuidava nem dos próprios filhos, entregando-os todos a asilos de crianças?", pensei. O sujeito amava demais a humanidade para alimentar as suas crias. "O que será que alguns mestres andam dizendo nas escolas?" Já participei de outros eventos assim. A expressão do momento, nas universidades, é resistir à "colonização promovida pelo mercado". A maioria silenciosa não dá bola pra essa besteira. A minoria barulhenta vai à guerra. O conceito é curioso porque faz supor que possamos ser caudatários, então, de uma cultura autóctone, de um nativismo pré-mercado ou de um tempo edênico em que o mundo não havia sido ainda corrompido.
A pauta de contestação varia pouco. Que importa se Israel é a única democracia do Oriente Médio? A justiça, sem matizes, estará sempre com os palestinos. O terrorismo islâmico assombra o planeta e obriga os regimes democráticos a uma vigilância que testa, muitas vezes, seus próprios fundamentos? A culpa cabe ao "fundamentalismo cristão" de George W. Bush, com sua "guerra ao terror". As Farc seqüestram e matam? É preciso eliminar a influência que os EUA exercem na América do Sul. O crime assombra a vida cotidiana dos brasileiros? O país precisa é de menos cadeias e mais escolas, como se fossem categorias permutáveis. Existe remédio para a tal "injustiça social"? Claro! Responda-se com a estatização dos pobres. A Terra está derretendo? É preciso pôr fim ao neoliberalismo. Sem contar os malefícios da imprensa burguesa...
Agora sei. É tudo culpa de Rousseau e do seu Discurso sobre a Origem e os Fundamentos da Desigualdade entre os Homens. Quem melhor comentou a obra, numa cartinha enviada ao próprio autor, foi Voltaire (1694-1778), pensador francês: "Quando se lê o seu trabalho, dá vontade de andar sobre quatro patas". Este sabia das coisas. Descobriu a "força da grana – e da liberdade – que ergue e destrói coisas belas". Está claro nos textos de Cartas Inglesas. E, à diferença do outro, não dava muita pelota pra esse papo de "igualdade".
Algumas normalistas de meias três-quartos do articulismo pátrio diriam que Voltaire era um malcriado. Onde já se viu tratar daquele jeito um senhor que só pensava no bem da humanidade? Afinal, o que ele queria? Ora, todos cedemos um pouquinho aos interesses coletivos e seremos felizes. Não sou Voltaire: minhas ambições e meu nariz são menos proeminentes, mas noto o convite permanente para que passemos a nos deslocar sobre quatro patas. Na prática, o iluminismo anglo-saxão venceu: a força da grana erigiu cidades, catedrais, civilizações e fez vacinas. O discurso da igualdade, quando aplicado, produziu uma impressionante montanha de mortos. Mas vejam que coisa: é Rousseau quem está em toda parte, reciclado pela bobajada do marxismo, que tentou lhe emprestar o peso de uma ciência social.
O que isso quer dizer na história das mentalidades? O socialismo perdeu o grande confronto da economia e desabou sobre a cabeça dos utopistas, mas as esquerdas têm vencido a guerra da propaganda cultural, impondo a sua agenda, aqui e em toda parte. Dominam o debate público e, pasmem!, foram adotadas pelo capital. Estão incrustadas, como se sabe, nas universidades e nos aparelhos do estado, mas também nas grandes empresas, que financiam institutos culturais e ONGs dedicados a preservar as árvores, as baleias, as tartarugas, a arte e, às vezes, até as criancinhas. De quebra, também nos convidam a ser tolerantes com o que nos mata.
São todos, de fato, "progressistas", filhos bastardos do suíço vagabundo. Eu, um "reacionário", um tanto voltairiano, embora católico, pergunto aos meus botões: um banco não é mais "humanista" quando oferece crédito e spread baratos do que quando se propõe a salvar o planeta? Na propaganda da TV, a mineradora parece extrair do fundo da terra mais sentenças morais do que ferro, mais poesia e idéias de "igualdade" – esta droga perigosa – do que minério. Escondam o lucro! Ele continua a ser um anátema, um pecado social e uma evidência de mau-caratismo. O lucro leva pau até em roteiro de Telecurso 2º Grau. Aposto que boa parte dos nossos universitários, a pretensa elite intelectual brasileira, acredita que as vacinas nascem do desejo de servir, não da pesquisa financiada pela salvadora cupidez da indústria farmacêutica.
O socialismo acabou, sim. Então vamos lá: "Abaixo o socialismo!". Porque ele sobreviveu nas mentalidades e ainda oprime o cérebro dos vivos com o peso de seus milhões de mortos. O século passado viu nascer e morrer esse delírio totalitário. Seu marco anterior importante é a Revolução Francesa, mas sua consolidação se deu com a Revolução Russa de 1917, que ousou manipular a história como ciência da iluminação. A liberdade encontrou a sua tradução nos campos de trabalhos forçados, com a população de prisioneiros controlada por uma caderneta ensebada que o ditador soviético Josef Stalin (1879-1953) levava no bolso. A igualdade mostrou-se na face cinzenta da casta dos privilegiados do regime. A fraternidade converteu os homens em funcionários do partido prontos a delatar os "inimigos do estado e do povo". A utopia humanista vivida como pesadelo impôs-se pelo horror econômico e acabou derrotada pelo inimigo contra o qual se organizou: o mercado. Mas, curiosamente, sobreviveu como um alucinógeno cultural.
De que "socialismo" falo aqui? É claro que o modelo que se apresentava como "a" alternativa não-capitalista de organização da sociedade desapareceu. E a China é a prova mais evidente de sua falência – do modelo original, o país conservou apenas a ditadura do partido único. O livro O Fim da História e o Último Homem, do historiador americano Francis Fukuyama, já se tornou um clássico do registro desse malogro. Demonstrou-se a falência teórica e prática de um juízo sobre a história: aquele segundo o qual o macaco moral que fomos nos tempos da coleta primitiva encontraria o estágio final de sua sina evolutiva no bom selvagem socialista, de espinha ereta, pensamentos elevados e apetites controlados pela ética coletiva.
De fato, os donos das minas de carvão (que seres desprezíveis!), os mercadores cúpidos, os colonizadores e até seus sicários, toda essa gente acabou, mesmo sem saber, civilizando o mundo. Felizmente, o homem não é bom. A sociedade, por meio dos valores, é que ajuda a controlar os seus maus bofes. Estamos falando de duas visões distintas de mundo. Uma supõe uma religião em que o deus único é o estado; o bem alcançado é diretamente proporcional à redução do arbítrio individual: menos alternativas, menos probabilidade de erro. E a outra acolhe a vontade do sujeito como motor da transformação do mundo, respeitadas algumas regras básicas de convivência. Atenção: a democracia moderna nasce dessa vertente, não da outra, semente dos dois grandes totalitarismos do século passado: fascismo e comunismo.
É o modelo de proteção às liberdades individuais, sem as quais inexistem liberdades públicas, que nos faculta o direito de criticar o nosso próprio modelo. Não obstante, as causas influentes, reparem, piscam um olho ora para utopias regressivas, ora para teorias que nos convidam a entender os facínoras segundo a particularíssima visão de mundo dos... facínoras! É a forma que tomou a militância de esquerda, que nos convida a resistir à "colonização promovida pelo mercado".
Tomem cuidado com os militantes da "igualdade" e da "justiça social". Toda crença tem um livro de referência. Esta também. Além de ter sido escrito com o sangue de muitos milhões, só se pode lê-lo adequadamente sobre quatro patas.

"Entendeu, Tabatha?" por Diogo Mainardi

Quando um internauta faz uma piada, ele acrescenta: "Hahahahahaha". Pode ser também: "Kkkkkkkkkkk". Ou simplesmente: "Rsrsrs". A internet representa o retorno da risada enlatada. É como se fosse um episódio de A Feiticeira. Agora, Tabatha tem um blog.
Além da risada enlatada, a internet também reintroduziu a claque. Blogueiros enchem de comentários elogiosos os blogs de outros blogueiros. E blogueiros enchem de comentários elogiosos seus próprios blogs, usando identidades falsas.
Os jornalistas que foram afastados da grande imprensa procuraram se reciclar na internet. Eles cancelaram o passado e se apresentaram como promotores de um jornalismo independente e transparente, trombeteando a internet como o caminho para o futuro. Na realidade, o que ocorreu foi o contrário: eles retomaram algumas das práticas mais antigas e mais imundas do jornalismo, como a chantagem, a mentira, a propaganda do poder e a matéria paga.
O internauta bocó, da risada enlatada e da claque, certamente é mais propenso a ser ludibriado pela imprensa marrom instalada na internet. Por sorte, os instrumentos para policiar esse tipo de jornalismo encontram-se na própria internet. Posso mostrar como isso acontece, citando um caso menor, muito menor.
Recentemente, Paulo Henrique Amorim foi demitido do iG. No dia seguinte, ele abriu um blog com seu nome. Um leitor sugeriu que eu desse uma espiada no registro do blog. Descobri que seu servidor era a Nexxia. A Nexxia pertence a Luiz Roberto Demarco, aquele da Lojinha do PT, o comércio on-line dos produtos licenciados pelo partido para arrecadar fundos eleitorais: bonés, camisetas, broches, relógios. Fiz um podcast sobre o assunto. Paulo Henrique Amorim me chamou de mentiroso, mas imediatamente tratou de mudar o servidor.
Fui escarafunchar o novo registro do blog de Paulo Henrique Amorim. A Nexxia sumiu. Na parte inferior da página, porém, aparece um número: # 4330799. Clicando nesse número, a gente é direcionado para outra página. Nela, revela-se que o blog de Paulo Henrique Amorim estava em nome da Nexxy Capital Brasil Ltda., de Luiz Roberto Demarco. O negócio fica ainda mais esquisito do que isso. Sabe como está registrado o domínio nexxy.com.br? Ele está registrado em nome da PHA Comunicação e Serviços S/C Ltda. Nesse jogo de propriedades cruzadas, Paulo Henrique Amorim tem o domínio da Nexxy e a Nexxy tem o domínio de Paulo Henrique Amorim.
Tanto o blog de Paulo Henrique Amorim quanto o domínio da Nexxy foram registrados com o mesmo documento: 003.534.337/0001-77. Uma rápida consulta no site da Receita Federal permite dizer que esse é o número de CNPJ da Nexxy. Paulo Henrique Amorim escondeu o homem da Lojinha do PT, mas ele continua lá, dando as cartas. Pelo menos até o momento em que redijo este artigo. A internet é assim: basta uma clicada para alterar o próprio perfil, basta uma clicada para apagar a própria folha corrida. Os blogueiros jornalistas podem criar uma nova identidade por dia. Mas sempre dá para descobrir quem manda neles. Entendeu, Tabatha?

Eu não tenho que provar nada

Olavo de Carvalho resume muito bem a tática da esquerda contra seus adversários: “Acuse-os de fazer aquilo que vocês fazem”. Vejam o caso do dossiê recente. Agora Mãe Dilma desafia: “provem que não é um banco de dados”! Epa! Como é que é? A ex-guerrilheira quer que provem que não seja um banco de dados? Eu não tenho que provar nada. Quem veio com esta história de banco de dados foi ela. É Mãe Dilma que tem que provar e explicar. Mãe Dilma quer que os outros (ou seja, seus adversários) explique, provem, o que ela fez. A cada dia que passa Mãe Dilma se complica. E a cada dia que passa surge alguém de dentro do governo falando que este dossiê não é nada.

Como assim?

Este desgoverno é asqueroso! Este desgoverno é criminoso! Simplesmente vergonhosa a reação dos lulistas aloprados com a divulgação do dossiê sobre os gastos do governo Fernando Henrique Cardoso. Eles acham normal montar dossiê contra adversários. Mãe Dilma fala que não é dossiê e sim banco de dados. Lula fala que a oposição está destilando ódio. Pois é. Essa gente asquerosa quebra sigilo dos gastos com cartões corporativos dos adversários que ocupavam o poder no passado e não permite que ninguém saiba como e quanto eles gastaram e gastam o nosso dinheiro. Como assim “é coisa de rotina” como disse Mãe Dilma? Lula está estragando o país. Não temos mais jeito. Não temos mais solução. Seremos sempre este país fracassado. E quem enfiou o Brasil ainda mais no fundo do poço foi essa gente asquerosa e criminosa.

sexta-feira, 28 de março de 2008

É preciso criticar o governo

Quando Lula era da oposição sempre pedia para este ou aquele político governista ou ajudante de governista sair quando um escândalo político estourava. E não foram poucas as vezes que isto aconteceu. Era só um político da base aliada ser flagrado cometendo algum crime que Lula aparecia pedindo sua cabeça.
Fernando Henrique Cardoso pediu para Mãe Dilma demitir Erenice Guerra, acusada de montar o dossiê com os gastos do governo FHC. Lula prova do próprio veneno. Antes era ele quem pedia para político sair. Hoje ele que ouve isso. E, como sabemos e como lemos na imprensa, Lula critica quem faz o que ele sempre fez no passado. Lula e os aloprados querem desqualificar a oposição. Seja com discursos agressivos, seja com dossiês intimadores. Lula era um pé no saco quando era oposição. Como hoje o presidente é ele, sempre ataca a oposição exigindo o seu silêncio e sua subserviência. Fernando Henrique disse: Nunca usei a tribuna para esmagar a oposição, ele (Lula) está fazendo campanha antes das eleições. Basta ver nos arquivos dos jornais e das revistas que Lula sempre liderou as manifestações da oposição sem nenhuma pressão vinda do Palácio do Planalto. Lula e o PT sempre tiveram caminho aberto para fazer barulho. Hoje, quem se arrisca a fazer algum barulho contra este desgoverno tem que ouvir o sermão de Lula e de seus aloprados. Ah, mas eles não vão fazer o que querem não. Os criminosos precisam ser denunciados, criticados, alvos de ovos e tomates. Não podemos compactuar com dossiês, com a ilegalidade, com a intimidação. O governo precisa ouvir que o dossiê produzido na Casa Civil é ilegal, é errado. E quem o fez precisa urgentemente pedir para sair. Pede pra sair! Pede pra sair! Por mais que o Falastrão de Honra do PT tente intimidar não podemos recuar. É preciso criticar o governo hoje e sempre.

Junto com o crime

Segundo Mãe Dilma o “banco de dados” do governo é 20 mil vezes maior que um dossiê. Esta é a maneira asquerosa e suja dos lulistas aloprados de intimidar a oposição. Como se não bastassem os discursos do Falastrão de Honra do PT temos este “banco de dados”. Eu disse “banco de dados”? Vamos direto ao ponto: este dossiê. É o lado obscuro do petismo. O PT e o crime andam lado a lado. Tanto é verdade que Lula é o fundador do Foro de São Paulo, que tem como um dos integrantes das Farc.

Lula é mentiroso

Por que será que Lula, um cara que está tão bem nas pesquisas, continua atacando a oposição? E ele ainda diz que não destilava ódio contra os adversários. Lula é mentiroso. Quando era um oposicionista ele destilava sim o seu ódio contra os adversários. Ou vocês achavam que ele tratava com carinho os acusados de corrupção que a imprensa (esta mesma que os petistas chamam de golpista) denunciava?
E ele continua falando que a oposição governou o país desde a chegada de Cabral. Pois é. Olhe ao redor de Lula e veremos políticos que cheiram naftalina.

O Leãozinho

O governador de Goiás Alcides Rodrigues, o popular Cidinho, disse ontem que o ex-governador Maguito Vilela foi um “leão” na época em que comandava o Estado para que a Perdigão viesse para Goiás. Lembrei de uma música do Caetano Veloso chamada “Leãozinho”:

Gosto muito de te ver, leãozinho, caminhando sob o sol
Gosto muito de você, leãozinho
Para desentristecer, leãozinho, o meu coração tão
só...

Basta eu encontrar você no caminho
Um filhote de leão, raio da manhã
Arrastando o meu olhar como um imã
O meu coração é o sol, pai de toda cor
Quando ele lhe doura a pele ao léu

Gosto de te ver ao sol, leãozinho, de te ver entrar no
mar
Tua pele, tua luz, tua juba
Gosto de ficar ao sol, leãozinho, de molhar minha
juba
De estar perto de vc e entrar numa!

Falta pouco

Ontem Lula defendeu Severino Cavalcante (ler post a respeito). Falta pouco para ele começar a defender Fernando Collor de Melo, Paulo Maluf, Jader Barbalho. Estes três são alguns dos políticos ladrões que Lula atacou e que hoje ele beija as suas mãos. Vai ver as denúncias contra Collor, Maluf e Jader foram apresentadas pela imprensa porque ela os odeia.

Cadê o soldado Alckmin?

Geraldo Alckmin disse que seria um soldado contra o lulismo. Cadê? O dossiê sujo da Casa Civil não seria um bom motivo para o chuchu começar a batalha? Que nada! Alckmin não é soldado de nada. Ele é outro que deveria pedir pra sair e não disputar a Prefeitura de São Paulo em outubro.

Os camaradas do Foro de São Paulo

Gente nojenta! Gente asquerosa! Até quando a nossa imprensa continuará a boicotar o Foro de São Paulo? Ontem vimos Lula e Chávez, dois integrantes do foro, trocando elogios durante encontro em São Luiz no Maranhão. Lula disse que Chávez era um “pacificador”. É mesmo? Companheiro é companheiro e o resto é resto. Não me impressiona os elogios trocados entre o Falastrão de Honra do PT e o Bufão de Caracas. Os dois são amiguinhos no Foro de São Paulo. Os dois defendem as Farc. E quem defende as Farc colabora com o tráfico de drogas, com o derramamento de sangue, a violência. Até quando a imprensa brasileira continuará a ocultar o Foro de São Paulo? Até quando teremos de agüentar a troca de elogios entre dois defensores dos narcoterroristas das Farc?

Fora! Xô! Vai embora!

A elaboração do dossiê com gastos sigilosos do governo Fernando Henrique Cardoso partiu da Casa Civil. Erenice Alves Guerra é o braço direito de Dilma Rousseff. Segundo reportagem da Folha de São Paulo foi Erenice quem deu a ordem para montar o dossiê. Será que a Mãe Dilma não sabia de nada? Será que ninguém neste desgoverno não sabe de nada? Dilma Rousseff tem que ser demitida! Erenice Alves Guerra tem que ser demitida!

quinta-feira, 27 de março de 2008

Brasil na imprensa

A revista The Economist fala sobre a dengue que assola o Rio de Janeiro nestes últimos dias. Fala sobre a falência no combate ao mosquito transmissor da doença. Vamos ver o que o ministro da Saúde José Gomes Temporão vai fazer para combater o mosquito da dengue. Ou será que ele vai colocar a culpa na imprensa como fez na epidemia de febre amarela em janeiro passado?

Méquisbéqui

Segundo pesquisa Rasmussen Reports John McCain venceria as eleições presidenciais norte americanas não importando qual candidato democrata fosse. Tanto faz se Hillary Clinton ou Barack Obama, McCain ganharia dos dois. Escuto daqui aqueles gritos dos apoiadores do republicano: Méquisbéqui!

A popularidade de Lula

Lula está bem nas pesquisas, não? Já estou até imaginando os petistas soltando rojão e comemorando. Paulo Henrique Amorim sambando com a sua botinha cor de rosa. Segundo o Estadão online o principal motivo para a popularidade de Lula é a economia. Alguém imaginaria em 2002 que Lula se daria bem como presidente por causa da economia? Resta saber se esta popularidade toda vai chegar ao candidato governista em 2010. Eu duvido.
Mesmo com a popularidade de Lula, mesmo com o sambinha de Paulo Henrique Amorim vamos continuar denunciando este desgoverno, suas trapaças, seus roubos, seus puxa-sacos. Mesmo com a popularidade de Lula vamos continuar denunciando o Foro de São Paulo. Por falar em Foro de São Paulo leiam os dois artigos de Graça Salgueiro que comenta o silêncio do petismo sobre os abusos e assassinatos cometidos pelos narcoterroristas das Farc. Os dois artigos estão publicados aqui no blog e foi copiado e colado do site Mídia Sem Máscara.

"Por que o governo brasileiro não condena as FARC? – Parte II" por Graça Salgueiro

Em maio de 2007, o serviço de inteligência colombiano entregou ao presidente Uribe informações sobre a infiltração das FARC na Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM), a mesma universidade de onde procediam os cinco “estudantes” encontrados no acampamento das FARC no Equador. Este informe, também encaminhado ao México, indicava até os endereços das sedes da guerrilha, mas a única resposta foi um debate no Congresso pela “possível presença de agentes colombianos infiltrados em seu país”. Sobre as FARC dentro de uma universidade, nada foi dito ou feito. Em meados de 2003 alerta semelhante foi emitido ao governo do México, ocasionando a saída do então embaixador colombiano Luis Ignacio Guzmán; a UNAM qualificou de “graves, superficiais, aventureiras e irresponsáveis” tais denúncias no entanto, hoje elas vão aos poucos se confirmando.
O caso dos estudantes da UNAM apanhados no acampamento das FARC apresenta uma série de curiosas “coincidências”. Uma delas, por exemplo, é que um dos professores desta universidade é ninguém menos que
Heinz Dieterich, o guru de Chávez e grande defensor das FARC. Outra, é que o organizador da expedição dos estudantes ao acampamento de Raúl Reyes é um engenheiro cubano de nome Mario Dagoberto Díaz Orgaz, formado em Moscou, que emigrou para o México em 2000 e em 2003 obteve a cidadania deste país, mesmo ano em que a inteligência colombiana denunciou infiltração das FARC na UNAM. Logo após a captura de Lucía Andrea Morett – a única “estudante” mexicana sobrevivente -, este cubano esteve no Equador tentando visitá-la no hospital militar onde se encontrava internada.
Um informe de inteligência mexicano cita Díaz Orgaz como “operador financeiro das FARC no México” e afirma que identificaram cinco contas bancárias em seu nome com saldos médios de 80.000 dólares durante os últimos dois anos; os registros assinalam ainda que ele recebeu 20.000 dólares do Panamá. Nesse mesmo informe de inteligência mexicana consta que o cubano viajou duas vezes ao Equador: 2007 e 2008, embora ele negue.
Na reunião do Grupo de Trabalho (GT) do Foro de São Paulo (FSP), ocorrido nos dias 11 e 12 de março no México, em sua “Resolução sobre a agressão ao Equador”, consta no item 8:
“Manifestar suas condolências ao povo do México e à UNAM, pelo assassinato dos estudantes mexicanos em território equatoriano, vítimas civis da ação militar do exército colombiano, e expressar seu apoio a suas famílias e a seus reclamos de justiça ante os tribunais internacionais” (
http://www.mundoposible.cl/index.php?option=com_content&task=view&id=632&Itemid=9).
O representante da Fundação Regional em Assessoria em Direitos Humanos do Equador, Luis Angel Saavedra, disse que a Associação Latino-americana de Direitos Humanos (ALDHU) e a Comissão Ecumência de Direitos Humanos (CEDHU) coordenam a defesa de Lucía Morett Alvarez. Segundo Saavedra, Lucía “é uma estudante que chegou na noite do bombardeio” e que “preparava sua tese de graduação sobre os movimentos sociais na América Latina”. Ainda sobre essa “estudante”, Saavedra acrescentou que “não há nenhum indício, não há nenhuma razão para levantar nenhum julgamento contra ela, pois não cometeu nenhum ato ilegal no país; ela entrou legalmente com um visto (entregue) na embaixada equatoriana no México”.
Observem que coisa curiosa: esta moça, segundo informam, preparava sua tese sobre “movimentos sociais na América Latina” e escolheu entrevistar as FARC. Entretanto, por que dirigiu-se ao Equador e não à Colômbia, que é o país de onde provém (e, supostamente, vive) este bando narco-terrorista? E por que o cubano Díaz Orgaz, representante das FARC no México, organizou a “excursão” para o Equador e não para a Colômbia? Não parece claro que ambos sabiam que as FARC tinham um acampamento fixo (e não provisório como quer alegar Correa, tentando justificar o injustificável) no Equador e que, muito provavelmente apostaram que ali era mais seguro e não seriam importunados?
Os pais de Lucía afirmam que sua filha é uma “estudiosa do fenômeno guerrilheiro”, entretanto, para os órgãos de inteligência colombianos (e também os mexicanos) Morett é a cabeça de uma célula subversiva composta por 38 pessoas que opera dentro da UNAM. Segundo a inteligência civil do governo mexicano, desde 2002 esta moça intensificou contatos com
Marco Calarcá, porta-voz das FARC no México, para proferir palestras na UNAM. Afirmam ainda ter documentado encontros de Lucía com Olga Marín, codinome “Gloria”, filha de Marulanda “Tirofijo” e mulher de Raúl Reyes (dizem, porém não há confirmações, que ela morreu no combate do acampamento do Equador) com o objetivo de construir uma rede de apoio às FARC. Como se vê, de inocente estudante “pesquisadora social” esta moça não tem nada e é por isso, também, que o Foro de São Paulo e tantos organismos de “direitos humanos” estão querendo defendê-la.
Mas as ligações do Foro de São Paulo – e, obviamente, do PT – com as FARC não ficam só nisso. O Secretário de Relações Internacionais do PT e Secretário Executivo do FSP, Valter Pomar, participou em 28 de fevereiro pp. da abertura do seminário “Protagonismo popular, soberania e integração”, promovido pelo Movimento Popular Tekojoja no Paraguai. Também participaram da mesa de debates Emir Sader, secretário-executivo do Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais (CLACSO) e Fernando Lugo, candidato à presidência do Paraguai.
Antes disso porém, em dezembro do ano passado, Ricardo Canese, secretário de Relações Internacionais do Movimento Popular Tekojoja, procurou o Diretório Nacional do PT para pedir a “solidariedade democrática” na forma de apoio e participação de observadores nas eleições presidenciais de abril, “como forma de intimidar a máfia que governa meu país há sessenta anos”. Após esse encontro ficou definido que tanto o PT quanto o Foro de São Paulo, a Internacional Socialista e o Fórum da Juventude Política do Mercosul iriam formalizar um apoio à candidatura de Fernando Lugo, da Alianza Patriótica para el Cambio.
Ocorre que Lugo, ex-bispo da Igreja Católica, é também acusado de ser o embaixador das FARC no Paraguai, conforme foi denunciado em fins de fevereiro pela Juventude Colorada, em cartazes afixados não só na capital, Assunção, como em várias outras cidades do país. No cartaz, Lugo aparece vestido com o uniforme das FARC e uma metralhadora na mão (ver foto) com os dizeres: “Embaixador das FARC”. Lugo é ainda acusado de ter dado respaldo ao extinto partido político Pátria Libre, o mesmo que teve vários membros condenados pelo seqüestro e assassinato de Cecilia Cubas, filha do ex-presidente Raúl Cubas, em fevereiro de 2004.
As investigações que terminaram condenando os membros do Pátria Libre, revelaram que o contato realizado para este ato abominável foi um dos comandantes das FARC, Rodrigo Granda, capturado e preso na Venezuela em 2005 e depois liberado pelo presidente Uribe ano passado, o primeiro gesto de “troca humanitária unilateral”. Por uma dessas magníficas coincidências, os condenados pelo assassinato de Cecilia Cubas militavam no partido de São Pedro, última diocese de Lugo antes de deixar a batina. Segundo palavras do presidente Nicanor Duarte, “Quando matavam a seqüestrada, ele (Fernando Lugo) dizia que a morte é uma questão natural”.
E na declaração do Grupo de Trabalho do Foro de São Paulo realizado no México, no capítulo “Pela Paz da Colômbia”, consta no item 5:
“Manifestar nosso rechaço ao governo de Álvaro Uribe, por haver realizado ações militares no território equatoriano, as quais demonstram sua aposta guerreirista frente ao conflito e sua aspiração de estendê-lo como forma de desestabilizar os governos anti-neoliberais da região” (
http://www.mundoposible.cl/index.php?option=com_content&task=view&id=632&Itemid=9).
É pelas razões expostas que nem o PT, nem o Sr. Luis Inácio, nem os integrantes do Foro de São Paulo condenam as FARC, pois são todos membros de um mesmo corpo criminoso e revolucionário, cúmplices nas ações bárbaras e desumanas praticadas por estes bandos de delinqüentes. Os fatos aqui apontados, vistos isoladamente, não parecem fazer sentido ou representar ameaça à paz do continente latino-americano. Entretanto, ligando-os uns aos outros, como num imenso quebra-cabeças, é possível ver o tamanho da monstruosidade que vem sendo planejada e executada há 18 anos, sem que esta mídia sonsa e hipócrita que hoje cita nominalmente o Foro como se fosse algo banal, revele suas ações, denuncie suas alianças e estratégias para implantar o comunismo em nossos países. A imprensa fala agora no Foro de São Paulo para que a população se acostume a esta expressão, até o ponto em que seu sentido seja completamente diluído e não pareça mais a ninguém uma ameaça real. Que ninguém se iluda!

Lula ligou

E Lula ligou para George W. Bush. Dizem por aí que o assunto foi a crise financeira que assola os Estados Unidos. Fontes confiáveis do Instituto Guilherme Fontes me passaram a conversa:

Alô amor!
Tô te ligando de um orelhão
Tá um barulho, uma confusão
Mais eu preciso tanto te falar

Depois da seis
Tô te esperando no mesmo lugar
Pois estou louco pra te encontrar
Pra outra noite de aventura

Fui eu que fiz amor por brincadeira
E acabei me apaixonando
Meu amor, eu me rendo à você
Pois estou te amando
Você deixou em mim uma saudade
Com seu jeito de fazer paixão
Você fez maravilhas, loucuras
No meu coração

Um beijo pra você
Não posso demorar
Tô numa ligação urbana
Tem mais gente pra ligar

Culpa da oposição?

Lula defendeu hoje o ex-presidente da Câmara Severino Cavalcante. Disse o Falastrão de Honra do PT: O Severino, que foi presidente da Câmara, foi eleito presidente porque a nossa oposição queria derrotar o governo, achando que o Severino iria ser contra o governo. Pois bem, elegeram o Severino. Não levou muito tempo, perceberam que o Severino não era oposição ao governo, e trataram de derrubá-lo. A oposição queria derrubar o governo? Ora essa, teve gente da base aliada que votou em Severino. O próprio PT colaborou para a eleição do rei do mensalinho ao sair com dois candidatos à eleição presidencial da Câmara. Assim como na derrota da CPMF Lula mente, joga a culpa na oposição. Assim como teve lulista que vibrou com a vitória de Severino Cavalcante, teve aloprado votando contra a prorrogação da CPMF no Senado.