na Folha
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Marco do pré-sal pode dar a Dilma caixa de R$ 20 bi
na Folha
Fornecedoras da Petrobras doam mais ao PT
na Folha
Conta de juros dos Estados quadruplica
Rombo em banco pode superar R$ 2,5 bi
na Folha
Tem condições?
Pegadinha do Lula
domingo, 14 de novembro de 2010
Goiás rumo a Série B
Parabéns, Atlético-GO
Difícil
Petrobras tem 43 contratos com marido de ministeriável
na Folha
sábado, 13 de novembro de 2010
"Com Dilma, o PT chega em quinto" por Diogo Mainardi
As Farc mandam um beijo para Dilma
Secretariado do Estado Maior das Farc
Quero ver se Dilma Rostock vai comentar alguma coisa, se ela vai rejeitar o beijo das Farc. Quero ver se Índio da Costa vai voltar a falar sobre as ligações perigosas do PT com os bandoleiros que se escondem a selva colombiana. É... o Foro de São Paulo existe e eles comandam estêpaiz e estão espalhados não somente nas selvas colombianas, mas em toda América Latina.
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Eles só pensam neles
Amorim é desconvidado a acompanhar Lula no G20
na Folha
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Nunca antes na história destêpaiz
"Semana do Presidente"
BC e Caixa precisam explicar falhas no Banco Panamericano
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Massa quer ajudar Alonso?
Já começou a palhaçada
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
O Enem virou Aneeem!!!
domingo, 7 de novembro de 2010
Dilma deve tirar Meirelles do BC para reduzir juros logo no início do governo
no Estadão
Construtoras ajudam a eleger 54% dos novos congressistas
na Folha
sábado, 6 de novembro de 2010
Provocação!
Receita cresceu "2 CPMFs", mas verba não foi para saúde
na Folha
A vingança de Lula
Por que tamanho e tão duradouro ressentimento? Porque o fim do tributo foi também o fim do sonho, esclareceu a colunista Dora Kramer, com a argúcia habitual, no Estadão desta sexta-feira. “A derrota na votação da CPMF no Senado enterrou o projeto do terceiro mandato”, lembrou. “Ali ficou claro que, se passasse pelos deputados, pelos senadores não passaria. Portanto, aquela não foi uma derrota qualquer. Foi uma derrota política surpreendente e definitiva”. Perfeito. Onde os brasileiros comuns veem um imposto a menos, Lula sempre enxergará o confisco dos quatro anos a mais.
“Peço que nossa oposição não faça contra Dilma a política que fez comigo, a política do estômago, a política da vingança”, fantasiou nesta terça-feira o infatigável carrasco da verdade. A sorte de Lula foi lidar com uma oposição parlamentar pusilânime. Em agosto de 2005, por exemplo, as estarrecedoras revelações do marqueteiro Duda Mendonça empurraram o chefe para a beira do penhasco. Foi poupado do impeachment pela tibieza dos adversários. De lá para cá, o sono sem sobressaltos foi-lhe assegurado pela superlativa tibieza dos adversários e pela nenhuma vergonha dos companheiros. O Senado só não engoliu a CPMF. O problema é que esse é o outro nome do terceiro mandato.
A “política do estômago, a política da vingança” ─ essa quem praticou todo o tempo foi o presidente grávido de ressentimento. Nas eleições municipais de 2008, por exemplo, acampou em Natal para exigir do eleitorado a derrota da candidata apoiada pelo senador José Agripino. Neste ano, fez o que pôde e também o que a lei proíbe para impedir a reeleição do potiguar Agripino, do amazonense Artur Virgílio e do cearense Tasso Jereissati. Na semana passada, num comício no Piauí, comunicou à plateia que a derrota dos senadores Mão Santa e Heráclito Fortes, candidatos à reeleição, foi “uma vingança de Deus”. É um dos codinomes de Lula.
O triunfo nas urnas não bastou. Para completar a vingança, o chefe aproveitou a entrevista ao lado de Dilma Rousseff para exumar o defunto. Ao longo da campanha presidencial, a sigla não foi mencionada uma única vez. Os candidatos a governador nem lembraram que a CPMF existiu. Eleita, Dilma afirmou que não pensava em nada parecido com o imposto do cheque. Mas a palavra do Mestre está acima da coerência, da honra e da altivez. Os governadores do PSB assumiram a paternidade da malandragem, a presidente eleita se dispôs a tratar do assunto e a tropa avança em direção ao bolso dos brasileiros.
“As urnas deram ao partido a obrigação de fazer uma oposição forte, sem concessões”, disse o senador Sérgio Guerra na carta enviada na quinta-feira aos militantes tucanos. “A luta pela democracia não se faz só em época de eleições, mas todos os dias, em todos os lugares, reais ou virtuais”. O presidente do PSDB leu corretamente a mensagem emitida por 43 milhões de eleitores insatisfeitos: a luta política é um eterno recomeço. O fim de uma campanha eleitoral anuncia o início da próxima. E a um democrata oposicionista cumpre fazer oposição — sem ódios, mas sem tréguas.
Para vingar-se dos que lhe negaram o terceiro mandato, Lula resolveu castigar todos os brasileiros com a ampliação da carta tributária. Como em 2007, o Congresso não ousará ignorar a voz das ruas. O imposto do cheque não deixou saudade e não faz falta. Deve continuar na cova rasa em que está.
Ninguém falou de CPMF
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Os burucutus do petralhismo atravessaram a fronteira
Quem é Lula para dar recado à oposição?
Como é triste a despedida de Lula da presidência
Oposição verdadeira só na internet
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
VERGONHA!
Começou mal
E o governo Dilma nem começou
Movimentação do PMDB faz partidos pedirem seus "lotes"
A movimentação do PMDB para ampliar seu espaço no governo de Dilma Rousseff já provoca reação nos demais partidos da aliança que deu sustentação à candidatura. PP e PTB não a apoiaram oficialmente, mas vão brigar por espaço no Executivo.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Sonhar não é proibido
Tá na hora de acabar com essa folia
Lula, a oposição raivosa e Collor
Agora veja esta foto:
Talvez seja esta a oposição que Lula deseja: que ataque de vez em quando, mas que nunca deixe de dar um abraço no adversário.
Primeiro vídeo
Lula não aprendeu a conviver com a oposição
É duro ouvir candidato eleito
Obama perde o controle da Câmara
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Agora sim ele vai sorrir

Depois de pressão do PMDB, o vice-presidente eleito Michel Temer (PMDB) foi indicado na tarde desta terça-feira pela presidente eleita Dilma Rousseff para coordenar a equipe de transição que começará seus trabalhos, oficialmente, na próxima segunda-feira.
Ontem, no primeiro dia após o resultado da eleição, Dilma havia se reunido com os seus coordenadores petistas, tendo definido que a coordenação política da transição caberia ao presidente do partido, José Eduardo Dutra, e a transição técnica ao ex-ministro Antonio Palocci.
Os dois nomes permanecem com as mesmas funções, mas estarão subordinados, pelo menos no papel, a Temer. A Folha apurou que a medida tem o objetivo de conter insatisfação no PMDB, o maior dos dez partidos oficialmente aliados em torno de Dilma.
A nota divulgada pela assessoria de Dilma diz que cerca de 30 nomes da equipe de transição foram encaminhadas ao presidente Lula. "Na oportunidade, [Dilma] esclarece que a coordenação política dessa equipe será feita pelo vice-presidente eleito Michel Temer, pelo coordenador geral da campanha, José Eduardo Dutra, e pelos deputados federais Antonio Palocci e José Eduardo Cardozo".
Cardozo atuará tanto na área política quanto técnica.
Dutra falou com os jornalistas após deixar a casa de Dilma, no Lago Sul, região nobre de Brasília. Ele fez questão de ressaltar que a equipe de transição terá uma função técnica, que não tratará de indicação de nomes para o ministério. Ele reafirmou que caberá a ele, Dutra, recolher as sugestões com os partidos, a partir da próxima semana, e levá-las para Dilma. O petista negou que a indicação de Temer seja fruto de pressão do PMDB.
Dutra se reúne na noite de hoje com o PMDB, na casa de Temer. Além da composição do novo governo, será discutida a eleição para a Presidência da Câmara, cadeira disputada pelo PT e o PMDB.
Dilma permanece em sua casa. Ele se reuniu pela manhã e em parte da tarde com Dutra, Cardozo e Palocci. Segundo Dutra, ela falará hoje por telefone com mais líderes de Estado, entre eles Angela Merkel (Alemanhã) e José Luis Zapatero (Espanha).


