no Estado de São Paulo
quarta-feira, 16 de abril de 2008
Base cochila e oposição convoca Dilma para explicar dossiê
no Estado de São Paulo
Cartão corporativo usado até em casa de striptease
na Folha de São Paulo
Governo endurece regras de repasse a ONGs
na Folha de São Paulo
Base e oposição fazem acordo na CPI para "salvar" ministros
na Folha de São Paulo
terça-feira, 15 de abril de 2008
Papa nos Estados Unidos

Da Folha online
O papa Bento 16 desembarcou na tarde desta terça-feira na base aérea Andrews, nas imediações de Washington, nos Estados Unidos, em sua primeira visita ao país depois como pontífice. Durante a visita, ele deve tentar reverter as críticas à Igreja Católica causadas por escândalos sexuais envolvendo religiosos.
Em um gesto raro, o presidente George W. Bush recepcionou o papa em sua chegada na base aérea em Washington. A agenda de Bento 16 na capital dos EUA inclui uma reunião com Bush na Casa Branca, encontros com bispos e um discurso em um estádio de beisebol. Nesta terça-feira, no avião rumo aos EUA, o papa disse que escândalos de pedofilia envolvendo sacerdotes católicos americanos são "uma vergonha" e representaram "um grande sofrimento para os EUA", "para a igreja" e para ele, pessoalmente.
"Não entendo como puderam acontecer", acrescentou o papa, em afirmações feitas aos jornalistas que o acompanharam no avião que o levou à sua primeira visita aos EUA como chefe da Igreja Católica. Bento 16 ficará nos EUA até o próximo domingo (20).
"Quando leio as histórias das vítimas parece impossível entender como pôde acontecer que um sacerdote traia sua missão de dar incentivo e o amor de Deus a estas crianças", disse Bento 16.
Foi após essa frase que o papa qualificou como uma "vergonha" esses atos e acrescentou: "Agora temos de fazer tudo o possível para que isto não volte a acontecer".
O pontífice disse que, para evitar casos como estes, a igreja atuará em vários níveis: "Colocando regras, reconciliando-se com os católicos e com uma boa formação dos sacerdotes". Bento 16 ressaltou que se referia à pedofilia e não à homossexualidade.
O papa lembrou também que agora a Igreja conta com normas e que nenhuma pessoa pode ser sacerdote "se for pedófilo". Ele ressaltou que "é preciso fazer justiça às vítimas".
Agenda
O avião que levou Bento 16 aos EUA--um Boeing 777 da companhia Alitalia-- decolou do aeroporto de Fiumicino, em Roma, às 12h locais (7h de Brasília).
Durante sua viagem ao país, Bento 16 vai celebrar missas em estádios de Washington e Nova York, visitar o marco zero [área onde ficavam as torres do World Trade Center destruídas nos atentados de 11 de setembro de 2001], encontrar com representantes de outras religiões e fazer um discurso na Assembléia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas).
Ele também fará aniversário durante a viagem, completando 81 anos nesta quarta-feira (16).
Além de ser recebido hoje por Bush e pela primeira-dama Laura na base aérea, Bento 16 será recebido nesta quarta-feira na Casa Branca, em Washington, onde deve fazer um discurso. A agenda do dia inclui encontros com membros da Igreja Católica e desfiles em carro panorâmico em alguns percursos.
No dia seguinte, quinta-feira (17), ele vai celebrar uma missa no Estádio Nacional de Washington. Segundo a agência de notícias Efe, a arquidiocese de Washington emitiu 46 mil ingressos para a celebração. Durante o dia, o papa também vai se reunir com representantes da Igreja Católica e de outras religiões.
ONU
Na sexta-feira (18), Bento 16 embarca para Nova York, onde pronunciará um discurso na Assembléia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas). Entre as atividades do dia, o papa também terá um encontro ecumênico na igreja de St. Joseph.
No sábado (19), o papa celebra uma missa com os sacerdotes, religiosos e religiosas na Catedral de St. Patrick, almoçará com bispos da arquidiocese e encontrará com jovens e seminaristas.
No domingo (20), último dia da viagem de Bento 16 aos EUA, o papa visitará o marco zero e também vai celebrar uma missa no estádio dos Yankees. Ele embarca para Roma à noite.
Segurança
Esta será a primeira viagem do chefe da Igreja Católica aos EUA desde os atentados de 2001 e a segurança é muito mais rígida que durante a visita do antecessor, João Paulo 2º, ao país.A polícia trabalhará em estreita colaboração com os serviços secretos e membros da Guarda Suíça, responsáveis pela proteção do papa, durante os seis dias da estadia do pontífice.
O número de oficiais não foi revelado, mas a polícia anunciou que incluirá homens-rã no East River, franco-atiradores nos terraços, helicópteros e carros blindados.
Ao contrário da primeira visita do João Paulo 2º ao país, que em 1979 presidiu uma missa em parque aberto no sul de Manhattan, a entrada dos eventos será estritamente controlada. Além da verificação das identidades, serão instalados detectores de metais em todos os eventos da visita.
Os grandes desafios para a polícia serão a missa do papa em dois estádios, em Washington em 17 de abril, e no estádio dos Yankees, em Nova York, três dias mais tarde.
A segurança nos dois locais será grande, com ingressos de entrada intransferíveis com códigos de barra. O FBI exige que os fiéis compareçam seis horas antes do início das cerimônias.
Relembrando Lula
Ao viajar, dizendo que está trabalhando, mas fazendo campanha, o Fernando Henrique desloca com ele todos os jornais, rádios e televisões. Todo mundo fica sabendo onde ele esteve, fazendo o que e pronunciando qual discurso. Concorrer com ele, ou melhor, contra um presidente exercendo o mandato, é uma briga desigual.
Epa!
Epa! Antes de terminar este post é bem interessante fazer uma observação. Na época do Pasquim era obrigação ser oposição ao governo. Hoje, ser oposição ao governo é golpismo, manipulação, é entrar no jogo da Rede Globo e da revista Veja contra Lula. Vamos relembrar do Pasquim. Mas vamos esquecer Ziraldo, o cara que acha que o Brasil deve muito a ele. Ele fala oba! Eu falo epa!
Assim como Jamanta não morreu
Cidinho, a cada dia que passa, está mais lulista do que nunca. Elogia Lula, recebe aliados de Lula e prefere dividir palanque com outros lulistas ao invés de prestigiar eventos dos seus até então aliados. Durante a campanha eleitoral de 2006 Cidinho não deu o apoio total à candidatura de Geraldo Alckmin no segundo turno das eleições presidências. Alckmin ganhou de Lula no primeiro turno. No segundo, o fundador do Foro de São Paulo venceu o Picolé de Chuchu.
Desde 2006 que Cidinho e Marconi não falam a mesma língua. Desde 2007 que Cidinho fala em crise financeira. Desde então marconistas e cidistas brigam entre si ou para manter os cargos que possuem, ou esconder para debaixo do tapete as trapaças praticadas pelo Tempo Novo.
Sem dinheiro no caixa, Cidinho corre para a barra da saia de Lula. Por quê? Por que Cidinho está tão preocupado com dinheiro se Marconi Perillo entregou um estado totalmente excelente, sem nenhuma dívida, tudo em dia? Aí tem coisa. Será que um dia saberemos a verdade? Sei não. Só sei que Cidinho está mais lulistas que nunca e Marconi tenta mostrar que o tal Tempo Novo não morreu. Assim como Jamanta não morreu, o Tempo Novo continua mais vivo do que nunca.
Lulistas querem terceiro mandato
Colando no PAC e o golpismo do terceiro mandato
na Folha de São Paulo
Para a PF, Casa Civil montou dossiê sobre gastos de FHC
na Folha de São Paulo
segunda-feira, 14 de abril de 2008
A UNE virou piada
Leio que a entidade vai fazer protestos na quinta feira que vem. A UNE fazendo protestos? Só pode ser piada. Os velhos que ali estão, de tanto mamar nas tetas do estado, nem se lembram como fazer protestos. Quem sabe alguém da Casa Civil não publica uma cartilha para os palhaços?
Eles começaram a explorar as reservas de Tupi?
domingo, 13 de abril de 2008
E o São Paulo ressuscitou
Agora quem tem a vantagem do empate é o São Paulo. Mais descansado, mais organizado, vamos ao Palestra Itália tentar mais uma vaga na final do Paulistão. Finalmente o São Paulo ressuscitou. E ressuscitou na hora certa.
Uma pergunta
No arquivo tem coisa
Defendendo o golpismo
FOLHA - Empresários querem o terceiro mandato? O sr. é voz isolada?
PIH - Muitos estão tendo resultados expressivos, estão vendo a estabilidade econômica e que o governo conduz com seriedade a economia. Acham que não seria ruim continuar as coisas como estão. Não dizem que apoiariam um terceiro mandato, mas veriam com bons olhos que as coisas fiquem como estão. Não têm do que reclamar.
Esperemos amanhã
sábado, 12 de abril de 2008
Fala o fundador do Foro de São Paulo
"Sempre foi assim"
No auge do mensalão, Lula deu uma entrevista comentando a crise do seu governo. Ele disse que o PT fez o que sempre foi feito sistematicamente nestêpaiz. Quando os lulistas bolivarianos são flagrados roubando esquecem daquele discurso ético de um passado não muito distante.
Ontem, Tarso Genro (sempre ele) disse que fazer dossiê não é crime e que todo mundo faz isso. É mesmo? Será que ele sabe de algum outro governo que fez dossiê contra este e aquele político? Bem que ele poderia revelar para gente. Bem que ele poderia apontar o dedo e dizer que este e aquele político produziu um “banco de dados” com informações sigilosas dos seus adversários. Será que ele tem coragem?
O petismo sempre acusa os adversários e a imprensa quando são flagrados cometendo algum crime. Sempre foi assim. É só buscar nos arquivos. É só fazer uma pesquisa nas edições anteriores dos jornais e das revistas. A imprensa é sempre perseguida pelos aloprados quando estes têm seus crimes revealdos. A culpa cai agora em quem revelou o dossiê. Quem produziu, quem armou, quem coordenou por debaixo dos panos a busca pelos gastos do governo Fernando Henrique Cardoso continua livre, leve e solto. Na Era Lula só se dá bem quem comete crime. “Sempre foi assim” dizem eles. Dizem isso na maior cara dura.
O mal é contagioso
"A vida após a vida" por Roberto Pompeu de Toledo
A senhora T., de 87 anos, passa horas lendo a mesma página do mesmo livro. Sentada à mesa, acompanha com o dedo a linha em que os olhos pousam. Às vezes o dedo permanece muito tempo na mesma linha. Outras vezes, vai velozmente até o fim da página, e então volta ao início, e começa de novo. Chega uma hora em que vira a página, e então permanece nela outro longo tempo, subindo e descendo as linhas, às vezes estacionando por tempo exagerado numa delas. Quando se levanta por algum motivo, ao voltar à mesa, retoma o livro na mesma página, ou na anterior, ou, se o livro está fechado, em qualquer ponto em que venha a abri-lo. T. não apenas não grava o que leu – também não grava o que come. Pode já ter almoçado, mas, se vê a sobrinha, que chega sempre atrasada, sentar-se à mesa, ela se senta também. Se não for detida, almoçará tantas vezes quantas perceber alguém almoçando na casa. A irmã que cuida dela tem o cuidado de não deixar nenhuma comida exposta na casa. As bananas e laranjas são guardadas dentro de um armário trancado a chave.
O senhor L., de 94 anos, às vezes é levado pelo acompanhante para dar uma volta no quarteirão, na cadeira de rodas a que foi reduzido desde que quebrou a perna. Outras vezes, a filha o tira de casa para uma ida ao médico. Quando volta, ele custa a reorientar-se. "De quem é esse apartamento?", pergunta. Não adianta dizerem que é o seu próprio apartamento, ele não aceita tal explicação. "Que apartamento bom", elogia.
A senhora H., de 82 anos, costumava comparecer uma vez por mês à reunião em que, com amigas da mesma idade, costurava roupas de criança para os pobres. Como as amigas sabiam que ela andava meio esquecida, telefonaram na véspera para lembrá-la da reunião. No dia mesmo voltaram a ligar, para lembrar que o compromisso era às 15 horas. E uma amiga mais zelosa ainda telefonou de novo meia hora antes da reunião, para um último lembrete. Eis porém que a reunião se inicia e nada de H. aparecer. Passa meia hora, passa uma hora. Resolvem telefonar para a casa dela e ficam sabendo pela empregada que H. realmente chegou a sair de casa. Na rua, em vez de tomar um táxi, pôs-se a andar a pé em volta do quarteirão. Esqueceu-se de para que saíra. Quando cansou, voltou para casa. "Ainda bem que voltou", comentou a empregada. Foi a última vez que chamaram H. para a reunião.
A maior esperança de cura, ou de atenuação, dos males que afetam o cérebro dos velhos reside hoje, como no caso do diabetes ou da doença de Parkinson, nas possibilidades regenerativas das células-tronco. No Brasil, as pesquisas com células-tronco obtidas em embriões descartados encontra-se pendente de decisão do Supremo Tribunal Federal. O julgamento, iniciado no dia 5 de março, teve seu andamento suspenso por um pedido de vistas do ministro Carlos Alberto Direito. Transcorrido um mês, o ministro Direito requereu, na semana passada, a prorrogação de seu pedido, e não tem prazo para recolocar a matéria em julgamento. Pode ser nesta semana, pode ser daqui a dois anos. O ministro Direito é um católico praticante e observante das diretrizes de Roma. A Igreja Católica é contra a pesquisa com embriões em nome da vida, tal qual a entende.
"É créu neles! É créu nelas!" por Diogo Mainardi
Fala-se muito sobre a popularidade de Lula. É espantoso que o eleitorado ainda o apóie desse jeito. Mas ninguém contabiliza o ganho que isso pode representar para o futuro. Para proteger a imagem de Lula, todas as maiores figuras do PT foram sacrificadas. E as menores também. Dou um conselho aos mais aflitos: pendurem na parede uma fotografia do primeiro ministério lulista, de 2003. A mortalidade entre seus membros foi maior do que a do politburo de Stalin. A velha-guarda petista sumiu do cenário político. Agora só pode agir às escondidas, nos bastidores. De José Dirceu a Humberto Costa, de Luiz Gushiken a Miguel Rossetto, de Antonio Palocci a – qual era o nome dele? – José Fritsch.
Lula é o Ricardo III de Garanhuns. Só falta a corcunda. E o pé manco. Nos últimos seis anos, para conseguir manter-se no poder, ele se desfez de fosse quem fosse. Os herdeiros do trono foram degolados um a um, sem o menor remorso, sem a menor piedade. Lula tem até aquele ar insolente de Ricardo III. Seu mote shakespeariano:
Consciência é apenas uma palavra que os covardes usam.
A inescrupulosidade de Ricardo III foi premiada por algum tempo, garantindo-lhe o poder absoluto. Mas tudo se perdeu depois de sua morte. Ele foi o último rei da casa de York. Assim como Lula será o primeiro e último presidente eleito pelo PT.
O aniquilamento que ocorreu na política se estendeu também às outras áreas. O lulismo se tornou um estigma. Quem se associou a Lula está condenado para sempre. Os lulistas do cinema, os lulistas da música, os lulistas da academia, os lulistas da imprensa – o engulho que a gente sente por eles jamais poderá passar. Lula canibalizou todos os seus aliados, em particular os do PT. Ele é a bolha que engole o que está por perto. Os lulistas ganharam um bocado de dinheiro nestes anos. Uns se transformaram em lobistas. Outros receberam financiamento estatal ou renegociaram suas dívidas com o BNDES. Mas um dia isso passa. Porque a imunidade que os brasileiros concederam a Lula é limitada a ele. Só a ele.
Se o Ricardo III shakespeariano é elaborado demais para Lula, ele pode recorrer a outro mote, ligeiramente menos refinado:
É Créu!
É Créu neles!
É Créu nelas!
Olhe a fotografia pendurada na parede. Olhe aquele ministro. Olhe aquele outro. Repito: um dia isso passa, garanto que passa.
sexta-feira, 11 de abril de 2008
Não desanime e não se calem
Mas não é isso que eu quero falar agora. Lula está na Holanda. De lá ele mandou suas críticas a oposição. Ele disse que, se a oposição tiver algum programa para o país que mostre para o povo. Caso contrário, que não obstrua as votações no Congresso. Tasso Jereissati disse que Lula copiou os programas do governo Fernando Henrique Cardoso. Engraçado. Na campanha eleitoral de 2006 não vi Tasso dizendo que Lula copiou FHC. Nem o chuchu Alckmin defendeu os feitos de FHC. Deixaram Lula se apoderar do que não é dele.
Ah, se fosse em outros tempos. Quem atacasse a oposição petista, com toda a certeza, seria alvo dos protestos orquestrados pela UNE, pela CUT, pelo MST e, é claro, a estrela principal (literalmente), o PT. Veríamos um Lula furioso dando entrevistas jogando seu ódio contra aquele (ou aqueles) que odeiam a oposição. Lula presidente pode criticar a oposição. O PT no governo e seus puxa-saco espalhados na internet podem chamar a oposição de golpista. Quando eles eram da oposição ninguém poderia fazer isso. Lula fala o que quer e a oposição deixa o petismo roubar o que fizeram quando era governo. Será que algum dia Lula será lembrado como aquele que disse que o Plano Real era um estelionato eleitoral? Tomara. Tomara que as poucas vozes que se opõem ao petismo bolivariano e que falam do estelionato eleitoral lulista não desanimem e não se calem.
Foi o petismo que começou
É preciso estar atento e forte
Muito interessante. Primeiro foi Ricardo Berzoini. Ele deixou a presidência do PT em 2006 quando seu nome foi envolvido no caso do dossiê anti-tucano (o primeiro). No apagar das luzes, quando todos estavam cochilando, Berzoini voltou ao cargo de presidente do PT. Alguém sabe se ele ainda é importunado por conta do primeiro dossiê anti-tucano? Como dizia aquela música tropicalista: É preciso estar atento e forte. Se nós não estivermos atentos e fortes os petistas bolivarianos vão fazer com que Palocci volte ao governo. Assim como voltou à presidência do PT um dos envolvidos no primeiro dossiê anti-tucano elaborado pelos petistas aloprados.
Dirceu acredita no tucano imbecil
Eu não duvido
Ah, meu time de coração...
Leio que o São Paulo perdeu para o Audax Italiano lá no Chile. Ai, que tristeza! Ah, meu time de coração por que fazes isso? Depois das saídas de Breno, Souza e Leandro e das entradas de Adriano, Carlos Alberto e Fábio Santos o São Paulo perdeu totalmente o seu rumo. Não tem nem a sombra do time do ano passado que raramente levava gols. Não sei como foi o jogo lá no Chile. Não sei se o gol levado por Rogério Ceni foi uma falha da defesa (e dele) ou se o chute do jogador do Audax foi uma pintura. Não sei e não quero saber.
O ano passado foi um ano perdido para o Internacional. Depois de um 2006 brilhante, com as conquistas da Libertadores e do Mundial, o time gaúcho errou no planejamento e viu 2007 passar sem ser feliz no Campeonato Gaúcho, eliminado na primeira fase da Libertadores e quase rebaixado no Brasileirão. Estou começando a achar que o São Paulo está neste caminho. Apesar de chegar na semifinal do Paulistão, o Palmeiras é amplo favorito. Apesar de ter chances de passar para a próxima fase da Libertadores não sei se o time vai ter forças para avançar. Será que vai restar, mais uma vez, o Brasileirão para nós, tricolores do Morumbi, comemorarmos? Realmente o meu time de coração está me deixando na dúvida. No ano passado o São Paulo também demorou a encontrar seu rumo. Será que, mais uma vez, teremos que perder no Paulistão e na Libertadores para achar o rumo? Tomara que não. Ano passado o Boca Júniors acabou a primeira fase da Libertadores classificado, mas não convencendo. Acabou campeão do torneio. Será que vai acontecer a mesma coisa com o São Paulo? Acho melhor voltar a dormir e deixar o São Paulo voltar do Chile e se preparar para o jogo contra o Palmeiras no Domingo.
quinta-feira, 10 de abril de 2008
Só o vazamento
A seriedade do Bozo
Aécio cada vez mais lulista
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Cadê a investigação?
Pô, será que vamos aceitar a Polícia Federal investigando apenas quem vazou o dossiê para a imprensa? E que o elaborou vai ficar impune?
terça-feira, 8 de abril de 2008
Ciro e a imprensa paulista
Ciro Gomes disse à Rádio Gaúcha que a imprensa paulista quer denegrir a imagem de Mãe Dilma. É mesmo? Só por que ela é candidata à presidência? Antes do escândalo do dossiê (o segundo na era lulista) vir à tona, Dilma Rousseff já não tinha nenhuma chance de suceder Lula. Imagine agora que o dossiê está aí.
A imprensa paulista (ou “máquina clandestina” como disse o marido de Patrícia Pillar) nem fala que Mãe Dilma participou da guerrilha na época da ditadura militar e era sua intenção na época transformar o Brasil numa verdadeira Cuba. Isso quase ninguém lembra.
A fala de Ciro Gomes é só mais uma maneira do lulismo bolivariano de blindar Dilma. Repararam que Lula está distante desta crise? E olha que a Casa Civil é pertinho do gabinete dele. Vai ver ele também não sabia de nada. Será que, mais uma vez, a tropa de choque lulista vai fixar a idéia de que a imprensa quer dar um golpe em Lula, ou melhor, em Dilma Rousseff. Ciro Gomes é mais um que confirma isso.
segunda-feira, 7 de abril de 2008
Blindando Lula (mais uma vez)
Interferências do Planalto
Quem assiste a TV Brasil? Ninguém. É mais uma maneira do petismo apossar do estado. É mais uma forma de Lula “premiar” jornalista que sempre compactuou com seu governo e com suas idéias. Você sabia que Tereza Cruvinel é presidente da TV Brasil? Pois é. Ela deixou a coluna “Panorama Político” do jornal O Globo para assumir a presidência de uma TV que ninguém vê. Mesmo ninguém vendo a programação da TV Brasil, mesmo ninguém sabendo que Luiz Lobo era âncora da emissora Tereza é paga com nosso dinheiro. Quanto desperdício!
Voltemos a Luiz Lobo. Ele fala, numa reportagem da Folha de São Paulo de hoje, que as matérias apresentadas na TV Brasil tinham que ter a aprovação dos lulistas bolivarianos pertencentes a turma de Franklin Martins. Isso mesmo. Gasparzinho só saberia coisas do Brasil pela TV Brasil depois que o glorioso Franklin aprovasse. Pobre Gasparzinho!
Desde a criação da TV Brasil que se fala na interferência do Palácio do Planalto. O que Luiz Lobo disse hoje na Folha de São Paulo só comprova o que vem sendo dito desde o dia em que Lula tirou Tereza Cruvinel do Globo e da Globonews para presidir uma emissora que ninguém vê.
Mais uma prova da interferência lulista. Mais uma prova da tentação lulista em pautar a imprensa. A vontade de Franklin Martins e sua turma é fazer com que jornalistas batam na sua porta e digam: “Chefe, essa matéria pode passar?” O lulismo bolivariano mostra a sua tentação autoritária, a sua vontade de impor na imprensa o pensamento único, o louvor cego a Lula. A TV Brasil quer distorcer as coisas. Como mostra a referida matéria da Folha de São Paulo, os lulistas querem que se passe a impressão de que o fim da CPMF está causando transtornos na área da saúde. É mentira! Mesmo sem a CPMF Lula continua arrancando dos nossos bolsos uma quantidade enorme de dinheiro. Dinheiro este que é utilizado na TV Brasil, uma TV que ninguém vê. Uma TV que só desperdiça dinheiro, que só sustenta jornalista lulista bolivariano doido para pautar tudo e todos.
domingo, 6 de abril de 2008
Ainda bem que existe a internet
Quem diria...
E os gastos de Lula?
sábado, 5 de abril de 2008
Seguindo o que a Mãe Dilma diz
Eu quero saber das despesas de Lula
Cadê os adversários de Iris Rezende?
Eles estão com medo
Eu sou um cagão
Um tucano imbecil
O PT e o dossiê
"Direto do laboratório das idéias nefastas" por Roberto Pompeu de Toledo
Não dá para acreditar que Lula embarque na canoa que Alencar empurra em sua direção, e isso menos pelas convicções democráticas do presidente e mais por algo que seus instintos políticos, reconhecidamente afiados, não podem deixar de levar em conta: o perigo de rachar o país. As convicções democráticas, o presidente não perde oportunidade de proclamá-las, e em princípio não é lícito duvidar delas. Mas ele é humano, e contra a abstrata coerência dos princípios conspira a soma muito concreta da consagradora popularidade com a auto-estima cada vez mais lá em cima, o pudor dos aduladores cada vez mais embaixo, os interesses do PT cada vez mais dependentes de sua figura e os companheiros das boquinhas cada vez mais mobilizados em não perdê-las. Mais seguro é confiar em sua consciência do risco que semelhante empreitada representa, inclusive para o sossego que desfruta e a imagem nacional e internacional que conquistou.
Venha por meio de plebiscito, como quer o deputado Devanir Ribeiro, venha por iniciativa no Congresso, a reforma constitucional necessária para permitir a re-reeleição se dará num clima convulsionado. Se já foi assim para aprovar a reeleição, nos tempos de FHC, imagine-se na tentativa de reforçar a dose. A primeira reeleição ainda tinha sua lógica, a do argumento de que quatro anos de mandato é pouco. Com a segunda, o mandato presidencial passa a assumir dimensões africanas. E seu titular, ao contrário de lembrar Franklin Roosevelt, como quis José Alencar, ao desfiar suas razões, começa a se encaixar no molde Fidel Castro/Hugo Chávez. Roosevelt é produto de momento histórico muito particular e dramático, iniciado com a Grande Depressão e emendado com a II Guerra Mundial. Além disso, o processo que lhe possibilitou concorrer em quatro eleições consecutivas (e ganhá-las) foi o inverso do que se pretende no Brasil. A Constituição americana, à época, não estabelecia limites às reeleições; passou a fazê-lo depois, para evitar que o caso viesse a se repetir.
Mesmo que, à custa de sangue, suor, lágrimas, barganhas e rombos nas burras do Tesouro, a re-reeleição venha a ser aprovada no Brasil, será sob o estigma da ilegitimidade, e num ambiente conflagrado, que transcorrerá o terceiro mandato. O cenário tem tudo para ser o de um país fraturado. E sabe-se quanto, depois de fraturar, custa colar um país. Meio século e algumas gerações depois, os cubanos continuam divididos em duas nações.
O mesmo argumento do perigo da fratura do país não serve para outro monstrengo que vem sendo gestado nas entranhas da política – a idéia de terminar com a reeleição e encompridar o mandato para cinco anos. Nesse caso, a boa possibilidade de acordo entre os políticos, somada à fraca possibilidade de motivar negativamente a sociedade, afasta o risco de divisões mais sérias. A idéia tem seu apelo junto aos dois principais interessados na sucessão de 2010, o PSDB e o PT. Ao PSDB porque ajuda a organizar a fila entre os governadores Serra e Aécio, seus dois candidatos a presidente; e ao PT – ou, mais exatamente, a Lula – porque o eventual desejo de voltar à Presidência, cumprido o intervalo do mandato a iniciar-se em 2011, fica facilitado quando se livra da chateação de ter de enfrentar um candidato à reeleição, alguém que sempre larga de uma posição de força. Diga-se de passagem que voltar à Presidência, depois desse intervalo, talvez seja mais que um desejo na mente do presidente. Tem cheiro de projeto.
A idéia de retornar ao modelo do mandato de cinco anos, sem reeleição, vigente ao tempo da Constituição de 1946, não possui o mesmo potencial de escandalização da re-reeleição. Pode até sugerir desapego ao poder e incentivo à rotatividade. Daí ser mais fácil de ser vendida à sociedade. Mas, por recair, ela também, no costume malsão de mexer nas regras com intenções espúrias, pertence ao mesmo laboratório das idéias nefastas de produção tão fértil na política brasileira. A reeleição nem foi bem testada ainda. Não merece ser descartada tão cedo. Pior ainda é ser descartada pela conveniência dos principais partidos e principais candidatos. É terceiro-mundismo em estado puro.
"De volta ao escambo" por Diogo Mainardi
Eu sei que metade dos leitores foi embora depois de ler "Oi". Eu sei que a outra metade foi embora depois de ler "Brasil Telecom". Na primeira linha do artigo, perdi todos os leitores. Sem contar os que se enforcaram depois de ler "Luiz Gushiken". Lamento muito. O assunto é aborrecido. A disputa pelo controle da telefonia nacional foi manchete dos jornais por dez anos seguidos. Um espionou o outro. Um se aliou ao outro. Um traiu o outro. No fim, chegou-se a um acordo nebuloso que satisfez todos os lados. Os processos judiciais que poderiam emperrar o negócio foram suspensos. Só sobraram os meus. Minhas colunas sobre o tema me renderam dezoito processos. O que eu dizia nelas? Em primeiro lugar, que o lulismo se intrometera na disputa pelo controle da telefonia nacional, tomando o partido de alguns de seus maiores financiadores. Em segundo lugar, que a Oi acabaria engolindo a Brasil Telecom, com o apoio de Lula.
Isso é o que conta: o apoio de Lula. A compra de uma operadora pela outra é ilegal. Para que ela possa ser realizada, Lula tem de mudar a lei que regulamenta a telefonia. O plano era mudá-la em 2005, mas tudo desandou quando se soube que a Oi dera uma bolada ao filho de Lula, para a compra de sua empresa de fundo de quintal. Agora ninguém mais se preocupa com isso. O Brasil piorou. O Brasil se abastardou. Lula faz o que bem entende. O caciquismo aplicado à economia resultou num retorno à prática do escambo.
Por enquanto, o negócio está confinado nas páginas de economia dos jornais. A imprensa pegou bode do assunto. Muitos jornalistas se emporcalharam trabalhando para um lado ou para o outro. Agora todos temem ser associados a uma das partes em disputa. Só para dar uma idéia de como isso funciona, um dos sócios da Oi, dois anos atrás, chegou a me acusar de beneficiar Daniel Dantas, embora eu sempre tenha responsabilizado o mesmo Daniel Dantas pelo pagamento dos mensaleiros. Mas o que realmente importa nessa história – bem mais do que seu aspecto comercial ou a sordidez de alguns jornalistas – é o papel desempenhado pelo lulismo. A compra da Brasil Telecom pela Oi está sendo calculada em 8,5 bilhões de reais. O mercado avaliou quanto deve sobrar para cada sócio: Citibank, 1,5 bilhão de reais; Daniel Dantas, 1 bilhão de reais; Previ, 1 bilhão de reais. Agora resta saber de onde sairá o dinheiro. Considerando o atual estágio do nosso capitalismo, eu chutaria que ele sairá dos bancos estatais. Escambo é assim mesmo. O homem branco dá um espelho, o cacique tremembé entrega alegremente todos os bens da tribo.
sexta-feira, 4 de abril de 2008
Eles são criminosos
O dossiê existe
quinta-feira, 3 de abril de 2008
Eu prevejo
A mão amiga
E daí?
quarta-feira, 2 de abril de 2008
O PT e a reeleição em 1997 (Parte 3)
O PT e a reeleição em 1997 (Parte 2)
na Folha de São Paulo em 30 de janeiro de 1997
O PT e a reeleição em 1997
JOSÉ DIRCEU MENTE
"A grande empulhação" por Reinaldo Azevedo
Que jogo! Que golaço!
Desafiando Cidinho
A farra sindical
na Folha de São Paulo
Os filhos da mãe
Lula esconde seus gastos. Se esconde é porque deve. Mas, no Brasil, acham normal o presidente da República esconder tudo. Esconde tudo sob o olhar atento dos filhos da mãe.
Falta pouco
Semana passada Lula elogiou Severino Cavalcante. Ontem foi a vez de elogiar Geisel. Falta pouco para ele dizer que Jader Barbalho foi perseguido pela imprensa golpista e que o impeachmeant de Fernando Collor de Melo foi uma injustiça.
terça-feira, 1 de abril de 2008
Por que a oposição não reage?
O golpismo lulista
A crise está aí
A saída de Cairo de Freitas só confirma a existência da crise não somente financeira, mas na base aliada. E agora, Cidinho? O que você vai fazer?
Cadê os gastos?
segunda-feira, 31 de março de 2008
Lula mente! Lula mente! Lula mente!
Por Felipe Freire
A primeira medida do Ministério da Saúde do governo de Luiz Inácio Lula da Silva será o combate a uma eventual epidemia de dengue. Ao assumir o ministério, o médico Humberto Costa, 45, afirmou que é necessário, de forma urgente, monitorar os possíveis casos de dengue no país.
No ano passado, o Brasil enfrentou uma das piores crises da doença na história do país. "Tudo indica que ela terá uma menor dimensão neste ano", disse o ministro. O fracasso no combate à doença foi admitido pelo ex-ministro Barjas Negri, que assumiu a pasta após a saída de José Serra para a disputa das eleições presidenciais. "Não conseguimos vencer essa guerra", afirmou.
Para minimizar possíveis efeitos de uma epidemia, o ministro e funcionários do ministério se reúnem a partir de amanhã para definir um processo de monitoramento da doença nos primeiros três meses do ano.
Entretanto, apesar da urgência do combate à dengue definida pelo ministro, a medida mais importante do ministério será a melhoria e a ampliação do acesso ao SUS (Sistema Único de Saúde). "Isso implica em levar o atendimento do SUS até perto das pessoas, em ampliar o programa de saúde da família, como também melhorar a qualidade do atendimento e procurar enfrentar problemas como as filas, o mal atendimento que é dado à população, além e ampliar o acolhimento e fazer com que cada cidadão que procure o SUS tenha uma resposta para o seu problema", disse Humberto Costa.
Para viabilizar essas medidas, o ministro revelou que poderá contar com receitas adicionais previstas no orçamento para a área de saúde. Caso essas receitas se viabilizem, uma das prioridades do governo Lula será investir na infra-estrutura do sistema de saúde.
Humberto Costa afirmou que dará continuidade aos programas implementados por Serra de combate à Aids, ao tabagismo e prosseguirá com o programa dos medicamentos genéricos. "Serei tão implacável como o ministro Serra no combate ao tabagismo", afirmou sob aplausos do público que lotava o auditório do ministério.
Outra medida importante da gestão do ministro será negociar com os laboratórios farmacêuticos uma nova política de controle de preços dos medicamentos. Para isso, o governo Lula acertou com as indústrias o congelamento dos preços até março deste ano, quando os remédios aumentarão 8,6%. Depois disso, os valores ficam novamente congelados até o final de junho, mês em que o governo espera ter definido a nova fórmula de reajuste dos preços.
Durante os primeiros seis meses do ano, o ministro terá reuniões e conversas com representantes das indústrias farmacêuticas. O objetivo do ministério, segundo ele, será implementar uma política consensual. Caso indústrias e governo não concordem e não cheguem a uma conclusão nos seis meses de negociação, Humberto Costa garantiu que a política de governo prevalecerá.
Viram só? No dia 02 de janeiro de 2003 que os lulistas bolivarianos sabiam do perigo da dengue. DESDE 2003 QUE ESTE DESGOVERNO PROMETIA COMBATER A DENGUE E NÃO FEZ NADA. Isso só demonstra que o Sr. Luiz Inácio Lula da Silva e seus aloprados mentiram para a população e continuam mentindo na maior cara dura. Lula disse que a culpa pela epidemia de dengue no Rio de Janeiro é de “cada indivíduo”. MENTIRA! DESDE 2003 QUE ESTE DESGOVERNO PROMETIA COMBATER A DENGUE E NÃO FEZ NADA.
BANDO DE INCOMPETENTES!!!
Sérgio Cabral, o manezão lulista
Os petistas lembrando de FHC
O PCC se infiltrando na política
Dossiê é covardia institucional
domingo, 30 de março de 2008
Foi difícil, mas estamos aí
Como é que é?
As relações quentes do Foro de São Paulo
É hoje
VAMOS SÃO PAULO! VAMOS SÃO PAULO! VAMOS SER CAMPEÃO!
Mãe Dilma fora da vitrine eleitoral
Mãe Dilma está fora da vitrine eleitoral. Mas me respondam: em algum momento ela teve chance de vencer alguma disputa em 2010?
Ele está bagunçando o coreto
Alckmin está bagunçando o coreto. Ao invés de unir está desunindo. E quanto mais desunido for o PSDB e o DEMO para as eleições de outubro, melhor será para Dona Supla e os aloprados petistas.
